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Chegada à "Ilha"

Categoria: Viagens
Comentários: 1
Chegada à "Ilha"

Está a chegar ao Faial, a sobrevoar esta paisagem estonteante, caso a meteorologia o permita, claro está. A realidade de aterrar neste pedacinho de terra rodeada por mar está cada vez mais próxima. E já está! Ei-la! A “nossa” ilha!

Ao chegar pode sempre escolher várias formas para se movimentar na ilha; alugar um carro nas várias agências que estão disponíveis no aeroporto, nomeadamente a Rent-a-Car Auto Turística Faialense ou a Rent-a-car Ilha Verde, “apanhar” simplesmente um táxi, ou então fazer-se à estrada e conhecer as nossas maravilhas caminhando.

Depois de estar completamente alojado pode começar por escolher os locais para degustar a nossa gastronomia, que, modéstia à parte, é de “bradar aos céus”. Para ajudá-lo disponibilizo alguns nomes de restaurantes que aconselho vivamente.

Restaurante O Barão Palace na Horta
Rua José Fialho, 3
9900-079 Horta

Com um serviço competente e profissional, este é um dos restaurantes onde se pode comer melhor na Ilha do Faial e mesmo em todo o Arquipélago. Um bom conjunto de entradas é a aposta principal deste restaurante. O conforto e a simpatia tipicamente açoriana são também apostas ganhas. Boa lista de vinhos com destaque para os principais vinhos locais.
Restaurante A Árvore na Horta
Rua da Conceição, 23
9900-080 Horta

Simpática casa a funcionar em regime de "buffet", onde poderá encontrar diversos pratos tradicionais portugueses, com destaque para a feijoada.
Restaurante Medalhas na Horta
Rua Serpa Pinto, 22
9900-095 Horta

O Medalhas é um dos locais com mais tradição na cidade da Horta. Criado em 1954, e mantendo uma traça peculiar, em estilo de taberna, o restaurante é apreciado tanto pelos seus deliciosos petiscos, como pelos pratos mais elaborados. Uma autenticidade dada pela louça de barro, pelas paredes de pedra e pelas tradicionais arcadas interiores.
Restaurante O Esconderijo na Horta
Rua de Cima Janalves, 3 Cedros
9900-341 Horta

Com magníficas vistas para o campo, este espaço rústico de ambiente familiar apresenta bons pratos da cozinha internacional, acompanhados por excelentes vinhos. Para sobremesa pode experimentar o Kaiserschmarrn, um doce típico austríaco que consiste numa massa frita servida aos bocados.
Depois do local escolhido para dormir e para se alimentar, é tempo de descansar.
Amanhã disponibilizo-lhes um vasto leque de atividades e de locais que pode visitar na “nossa” Ilha.

Bem hajam e até já!


Elisa Silva

Título: Chegada à "Ilha"

Autor: Elisa Silva (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    18-04-2014 às 23:34:25

    A Rua Direita recomenda o passeio! Obrigada pelas dicas!

    ¬ Responder

Comentários - Chegada à "Ilha"

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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