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Qual o melhor comprimento para as calças?

Categoria: Vestuário
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Comentários: 1
Qual o melhor comprimento para as calças?

Existem personagens e artistas que se destacaram por vários motivos. Entre eles a indumentária, composto por peças de roupa concretas e marcantes, que são ainda hoje associados a determinado personagem.

O caso de Mrs Bean é um deles. Um ar ligeiramente tonto acompanhado por um fato bege meio apertado com umas calças de bainha subida.

Calças curtas são um marco em muitos personagens e acontece muito por aí, se vemos alguém de caças curtas, o associarmos a determinado artista, por exemplo.

Calças curtas estão fora de moda, apesar de já terem estado em voga. No inicio dos anos 80 a moda das calças curtas andava na crista da onda, mas apesar de muitas peças de roupa destes loucos anos estarem de volta, as calças curtas ficaram mesmo por aquela altura. Calças curtas não se usam. Podem usar-se calções, corsários, ou simplesmente umas calças, mas calças curtas nunca.

Mas afinal como se pode verificar se umas calças estão curtas ou compridas?
Qual é na realidade o tamanho ideal para umas calças?

Bem, antes de mais não nos podemos esquecer que gostos não se discutem e o que para uns é bonito, pode não agradar aos outros. No entanto e independentemente de tudo, calças são calças e o seu corte e cair sobre o sapato tem sempre de ser perfeito.

Umas calças estão grandes quando ao caminharmos, a parte de trás de encaixa debaixo do calcanhar do sapato. A sensação de que estamos sempre a pisar as calças causa antes de mais desconforto, mas além disso, fica feio e estraga as calças. O tecido, mesmo que resistente, acaba por rasgar.

Umas calças são consideradas curtas, quando ao andarmos, conseguimos visualizar os atacadores dos sapatos ou o começar da meia.

O tamanho ideal é quando as calças caiem por cima do sapato. Isto é, quando está em pé, a parte de trás das calças tem de bater no fim do sapato, quase a roçar no chão. Como as bainhas são feitas a direito, a parte da frente das calças vai cair levemente sobre o sapato. Isto sim é um tamanho ideal.

Umas calças, ao necessitarem de uma bainha, devem ser marcadas com os sapatos calçados, pois é com sapatos que as vai utilizar. Muito provavelmente não conseguirá marcar as bainhas para posteriormente as fazer. Se não tiver ninguém a jeito para o fazer por si, o melhor é medir por umas calças que lhe caiam na perfeição.


Carla Horta

Título: Qual o melhor comprimento para as calças?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Megyarsh

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    20-08-2014 às 00:40:25

    Gosto de calças bem justas ao corpo. Mas, também não aprecio aquelas calças muito compridas não, ficam bem desajeitadas no look.

    ¬ Responder

Comentários - Qual o melhor comprimento para as calças?

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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