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Remédios que deve ter sempre em casa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Comentários: 1
Remédios que deve ter sempre em casa

Saber gerir uma farmácia familiar nem sempre é fácil e muitas vezes cai-se no exagero, sobrelotando-a com medicamentos desnecessários e, quem sabe, potencialmente perigosos. Os medicamentos básicos são poucos e apenas para afeções ligeiras a moderadas, uma vez que problemas de outra natureza, mais graves, terão de ser solucionados por um médico.

Assim, saiba que dentro da sua farmácia deve ter sempre um antisséptico para tratar as feridas, um creme ou gel anti-histamínico para combater as picadas de insetos e analgésicos e antipiréticos, eficazes contra a dor e febre (esta deverá sempre ser medida primeiro – pode não haver necessidade de tomar o comprimido). Pode ainda guardar no armário um xarope para a tosse (tome-o apenas quando esta se tornar incomodativa), saia de frutos, para fazer frente à azia, uma bisnaga de creme para aplicar em caso de dores musculares e um descongestionante nasal (em todo o caso, prefira sempre o soro fisiológico, sem efeitos adversos). Obviamente que, se sofrer de doença crónica, terá de guardar igualmente os medicamentos prescritos pelo seu médico e que se aplicam apenas a si.

Para além de medicamentos propriamente ditos, convém também ter sempre à mão um termómetro, compressas esterilizadas, fita adesiva, pensos rápidos, ligaduras elásticas, pinças, uma tesoura de pontas arredondadas e um pano limpo. Guarde ainda ou exponha num local visível números de telefone importantes como o dos bombeiros mais próximos da sua zona de residência, do Centro Anti-Venenos e da farmácia. Um manual de primeiros socorros também costuma acompanhar este tipo de artigos e informações.

Finalmente, saiba que não deverá guardar os medicamentos em qualquer lado. Assim, evite locais facilmente acessíveis para as crianças que, guiadas pela curiosidade, poderão dar origem a acidentes graves. Guarde os medicamentos em locais altos, seguros (trancados com chave ou fecho) e afastados de fontes de calor, luz e humidade, logo, a cozinha ou a casa de banho não são, de todo, bons sítios para os manter (apesar de serem os mais frequentemente utilizados). Todavia, o local escolhido – o escritório, por exemplo – deverá estar bem iluminado uma vez que muitos erros graves cometem-se por falta de visibilidade. Os medicamentos devem, também, ser guardados dentro das suas caixas originais, acompanhados da respetiva bula e, preferencialmente, deverão estar arrumados por grupos ou tipos: os de aplicação exterior, os orais, os das crianças, etc. Verifique com regularidade a data de validade dos mesmos e entregue na farmácia todos aqueles cuja validade já tiver expirado. Nunca consuma medicamentos fora da data de validade, pois muitos, para além de perderem a sua eficácia, podem mesmo tornar-se perigosos, devido a alterações profundas das suas características originais. Finalmente, entregue sempre os medicamentos fora de prazo na farmácia, cujos técnicos saberão encaminhá-los para um destino seguro e apropriado.

Isabel Rodrigues

Título: Remédios que deve ter sempre em casa

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoaline sales

    26-09-2009 às 19:06:41

    adorei,muito bem.

    ¬ Responder

Comentários - Remédios que deve ter sempre em casa

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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