Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Saúde > Primeiros socorros: questão de utilidade pública

Primeiros socorros: questão de utilidade pública

Categoria: Saúde
Visitas: 4
Primeiros socorros: questão de utilidade pública

Estar atento as nossas ações nos garante tranquilidade e segurança em nosso dia-a-dia. Contudo não são raros os casos de acidentes que acontecem muito rapidamente e em que, dependendo da situação um socorro imediato ajuda a evitar danos posteriores maiores. Ou pelo contrário, uma ajuda imprópria pode agravar o quadro, prejudicando a vítima. Diante disso, é sempre bom saber como proceder e quando se pode interferir, dando os chamados primeiros socorros da maneira mais adequada.

Os casos de emergência são muitos e variados. Podem ser desde afogamentos, asfixias, a acidentes de trânsito ou acidentes de cozinha, como cortes ou queimaduras. Em caso de afogamento a primeira dica é perceber se a pessoa está consciente dentro da água. Em caso afirmativo o melhor é jogar-lhe algum instrumento no qual ela possa agarrar-se a fim de, em caso de pânico, não por em perigo a vida do socorrista.  Porém se a pessoa estiver desacordada, deve-se pegá-la e trazê-la à margem. A cabeça da vítima deve estar sempre fora da água. Ainda com a vítima dentro da água o indicado é já realizar a respiração conhecida como boca-a-boca e continuá-la ao chegar à margem, seguido de massagem cardíaca, se a pessoa não apresentar pulsação e estiver com as pupilas dilatadas. Ao deitar a pessoa na margem, deve-se colocá-la deitada de costas, deixando a cabeça mais baixa em relação ao corpo. Estimula-se a circulação sanguínea, friccionando os braços e as pernas da vítima. Deve-se levá-la para um atendimento médico de socorro imediatamente.

Nos casos de asfixia, se a vítima conseguir respirar com facilidade, o corpo mesmo expelirá o alimento. Deve-se aguardar a pessoa tossir e a pressão do ar expulsará o objeto da asfixia. Em caso negativo, deve-se auxiliar a pessoa a expelir o objeto dando tapas nas costas entre as omoplatas. A vítima deverá estar com as costas inclinadas. Se for uma criança, as pancadas devem ser mais rápidas. Entretanto se a vítima não está conseguindo respirar, isto é, se estiver ficando desesperada e roxa, o indicado é observar o objeto. Se for pontiagudo, deve-se levar a pessoa imediatamente à atendimento médico. Se não for um objeto pontiagudo, o indicado é colocar o dedo na garganta da vítima, provocando vômito e fazendo com que ela elimine o objeto.

Nos casos de queimaduras por qualquer elemento, incêndio, químico ou qualquer outra fonte, deve-se observar a intensidade da queimadura para fornecer os primeiros socorros, que são fundamentais para evitar que a pessoa entre em choque. Se a queimadura for leve, o aconselhável é lavá-la em água corrente. Se a queimadura for grande, cerca de dez por cento do corpo, deve-se tapá-la com um pano limpo e úmido, evitando estourar as bolhas levantadas pela queimadura e levar a pessoa queimada ao hospital. Em queimaduras nos olhos, o recomendado é lavar com soro fisiológico, tapá-los com gaze úmida e levar a vítima rapidamente ao atendimento médico.

Em caso de corte ou arranhão o indicado é lavar em água abundante com sabão a fim de limpar a ferida, em caso de corte superficial. Após lavar o corte, deve-se secá-lo com uma toalha ou compressa, evitando a fricção que pode estimular que o sangramento retorne. Em seguida, aplique um anti-séptico e fique atento se não haverá infecção. Caso isso ocorra, deve-se levar a vítima a atendimento médico.

Saber lidar com essas situações inesperadas em que se precisa tomar uma atitude é muito importante. É fundamental ter conhecimento de primeiros socorros, mesmo que nunca se venha a por em prática tais conhecimentos. É muito válido ter esse conhecimento e passá-lo adiante, pois as situações de adversidade são imprevisíveis.


Rosana Fernandes

Título: Primeiros socorros: questão de utilidade pública

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 4

650 

Imagem por: Chrysaora

Comentários - Primeiros socorros: questão de utilidade pública

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

A história da fotografia

Ler próximo texto...

Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

Pesquisar mais textos:

Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

Imagem por: Chrysaora

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios