Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Saúde > Os nossos pés

Os nossos pés

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Visitas: 2
Comentários: 1
Os nossos pés

Os pés são considerados os parentes pobres no nosso corpo. Por isso a maior parte das pessoas não se preocupa e muitas nem gostam dos seus pés.

E quando se preocupam, é apenas a nível de estética e não propriamente de saúde.
O que muitas vezes se esquecem, é que os pés, para além de serem a base de sustentação do nosso corpo, são fundamentais para o nosso equilíbrio e harmonia.

Há poucas sensações mais relaxantes, do que sentir o chão debaixo de uns pés descalços, por exemplo.
Estes podem por exemplo ser os responsáveis por nos sentirmos quentes ou com frio e são ainda indispensáveis para a prática desportiva, pois é neles que nos apoiamos para correr, saltar e realizar outros movimentos.

Por isso, para além de belos há que os manter saudáveis e bem tratados.Ã maior das ameaças aos pés, é o pé- de- atleta, doença mais frequente do que se imagina.
Com efeito esta é a doença mais comum a seguir ao acne.

Esta trata-se de uma infeção nos pés muito comum, que pode ser causada por fungos e por bactérias, necessitando de um tratamento adequado.
Na primeira fase, inicial,há sinais que não se notam muito, mas, depois a infeção pode tornar-se dolorosa e sensível, vermelha, com mau odor e inclusive ficar mesmo em ferida.

O pé- de- atleta é mais comum em climas mais quentes e húmidos, sendo por este motivo, mais frequente nos meses mais quentes do ano.
Está é uma doença que apenas aparece entre os dedos, embora possa ser bastante dolorosa.
Contudo, a forma mais comum desenvolve-se nos espaços interdigitais, podendo estender-se à parte inferior e superior dos dedos.

Há outra infeção, chamada mocassim, caracterizada por descamação e pele espessa com inflamação. Esta desenvolve-se na planta do pé e adota a forma de um chinele ou mocassim.
Em casos moderados a graves a pele pode ficar mais rosa, vermelha, ou ficar gretada, inflamada e com mau odor.

A forma vesicular do pé -de -atleta é, no, etanto a forma mais grave, mas menos comum.
Esta causa habitualmente a formação de pequenas bolhas no peito e planta do pé.
A sua gravidade pode variar desde pequenas bolhas, ou grandes, que podem formar feridas.

Os sintomas característicos são: comichão, inflamação, ardor, fissuras e pele frágil.
Normalmente a seguir á comichão, a pele fica vermelha, inflamada e bastante infetada.
No caso de não ser logo tratada, pode desenvolver-se uma infeção bacteriana, com sintomas mais graves.

O seu tratamento exige uma consulta, a fim de a infeção ser tratada e a pessoa não seja contagiada novamente

Há pomadas que tratam a inflamação e os fungos, embora tenham uma ação mais abrangente.
è necessário ter muito cuidado, quando se vai à piscina ou balneários públicos, ou ainda partilhar objetos com outras pessoas.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Os nossos pés

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 2

628 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    17-09-2012 às 14:45:15

    Os pés devem ser sempre bem tratados porque eles suportam todo o nosso peso corporal.Não basta só tomar o banho diário para os lavar mas é conveniente hidratá-los com um creme e massajar.Se não forem limpos e bem secos podem ser alvo de fungos e bactérias, difíceis de controlar.

    ¬ Responder

Comentários - Os nossos pés

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios