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Gases intestinais

Categoria: Saúde
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Gases intestinais

A alimentação correcta è muito importante para manter o aparelho digestivo saudável e com bom funcionamento. Torna-se útil escolher os alimentos de acordo com as suas propriedades, vitaminas, minerais e maior ou menor absorção. Deste modo contribui ainda o facto de se ter ou não uma vida agitada ou sedentária. Estes factores influenciam em muito na digestão de modo que convêm equilibrar ao máximo o modo como se vive o presente.

O stress causa inúmeros problemas no aparelho digestivo desde má digestão a flatulências. É conveniente evitar a aerofagia em excesso, ingestão involuntária de ar que contribui para as flatulências e gases nos intestinos. Para isso contribui em muito certos alimentos ricos em hidratos de carbono, excesso de cebola, batatas, açúcar, gorduras, couves em demasia, bebidas gaseificadas e cerveja. Estas devem ser consumidas com muita moderação porque aumentam os desconfortáveis gases intestinais. Não se deve comer à pressa nem em demasia para evitar estes transtornos.

O organismo tem meios para os expelir mas necessita de uma ajuda quando provocam dores, má disposição e problemas digestivos. Neste caso é aconselhável não se ingerirem alimentos que não sejam frescos. Uma boa terapia é beber água em jejum todos os dias. Os alimentos devem ser bem mastigados para serem mais facilmente digeridos e não se deve beber água juntamente com eles. Estes devem ser bem combinados e naturais em vez de artificiais. Para evitar o inchaço que os gases intestinais provocam deve fazer-se uma terapia com chás ou infusões de camomila, hortelã-pimenta e salva.

Pode ainda juntar-se na comida ervas aromáticas como o tomilho, salva e hortelã que ajudam a digestão difícil. Em suma deve ainda excluir-se as gorduras que são muito prejudiciais, tal como o açúcar e hidratos de carbono. Os iogurtes são muito benéficos para estes incómodos em especial os bífidos que apesar de serem um pouco mais caros compensam pelo benefício que trazem á saúde do intestino. O leite deve ser desnatado ou magro para evitar que fermente, tal como o queijo.

As fibras são muito boas para a manutenção do aparelho digestivo em especial dos intestinos, logo devem ingerir-se com frequência em especial os cereais integrais e de aveia porque são ricos em vitaminas e não correm o risco de fermentar como o pão branco. Este tem muito fermento e água, não é pois muito aconselhado. Para preservar a saúde da flora intestinal é aconselhável comer alimentos ricos em fibras a fim de se evitarem incómodos de gases e infecções por abuso de gorduras.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Gases intestinais

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: vieux bandit

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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