Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Saúde > Beije, pela sua saúde

Beije, pela sua saúde

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Beije, pela sua saúde

Todos sabemos que receber e dar um beijo absorve os nossos sentimentos e aguça a nossa sensibilidade. Um beijo, é sempre saboroso, e quando dado e recebido com sentimento, faz-nos sonhar para além do ato. Tem a capacidade de nos fazer viajar, de nos elevar, enfim, despistar entre turbilhões de sentimentos e intensidades.

Quando beijamos ou somos beijados, não imaginamos nos benefícios que um beijo nos pode trazer.

O prazer de um beijo faz bem á saúde física e emocional! Um beijo nos lábios obriga a um movimento de 61 músculos (32 da língua e 29 dos lábios), num prazer que exercita toda a face. Um beijo evita o envelhecimento precoce e desenvolve a audição, o olfato, o tato. Aguça o olhar e naturalmente o gosto.

Um beijo faz aumentar o ritmo cardíaco para 150 pulsações por minuto (o normal é entre 60 a 100p.p.minuto, sendo de 150 a 200p.p.minuto aquando a prática de desporto). A aceleração do ritmo cardíaco tem como consequência a ativação da circulação sanguínea e a oxigenação das células.

Como medida contra a insónia e as dores de cabeça, aconselhamos também um beijo, e se sofre de uns quilinhos a mais, saiba que conseguirá queimar 12 calorias.

Um beijo relaxa, afasta maus pensamentos, alivia o stress e retira a pressão a que muitos de nós está permanentemente sujeito. Ser beijado transmite-nos sensação de desejo, e alimenta-nos o ego. Faz-nos sentir bem na nossa pele e acarreta uma sensação de satisfação única. Se tende a ser depressivo, beijar é o melhor remédio para afastar tristezas.

A produção e libertação substancial de hormonas (substância transportada para o sangue que regula órgãos e regiões do corpo), tal como de adrenalina e a endorfina (substâncias utilizadas pelos neurónios na comunicação com o sistema nervoso), produzem e causam bem-estar criando uma sensação de bem-estar. No fim, aceitação!

Beijar pode hoje ser ato comum de afeição, mas a história do beijo remota 2.500 A.C. – Basium – Beijo em Latim. Embora os Gregos tivessem a prática de beijar, foram os Romanos os pioneiros nesta prática. Os imperadores Romanos permitiam que os nobres os beijassem na boca, as pessoas menos importantes nas mãos e os súbitos nos pés.

Apesar da história e de todos os benefícios que um beijo pode fazer à nossa saúde, não pense nisto quando for beijado. Desfrute. Feche os olhos e deixe-se viajar. Sinta, transpire a emoção e corresponda com emoção. Os beijos servem exatamente para isso.


Carla Horta

Título: Beije, pela sua saúde

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 0

631 

Imagem por: Pink Sherbet Photography

Comentários - Beije, pela sua saúde

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios