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A Expansão Da Publicidade

Categoria: Publicidade
A Expansão Da Publicidade

A Publicidade nasceu com a Revolução Industrial e com o advento dos grandes meios de comunicação e de transportes, porém as suas raízes mais profundas levam-nos a épocas remotas, muito antes de existir o próprio termo. A forma mais comum foi o uso do pregão, espontâneo e oral, que servia para chamar a atenção das pessoas para a venda de escravos, gado e outros produtos.

Posteriormente foi ultrapassada com o surgimento dos jornais em Inglaterra, já que estes eram usados como meios publicitários, promovendo livros e jornais, como sendo os patrocinadores.

Surgiu também por esta altura a publicidade enganosa, havendo de imediato uma preocupação em defender os consumidores. Em 1841 surgiu a primeira Agência de Publicidade e Propaganda, criada por Volney Palmer, em Boston.

O desenvolvimento das novas tecnologias levou-as a serem um meio de promover a publicidade. Actualmente, a televisão é um dos maiores meios de publicidade em qualquer economia. Sendo os mercados cada vez mais competitivos, a publicidade tornou-se fundamental, pois quem não souber comunicar eficazmente as vantagens do seu serviço ou produto, depressa é ultrapassado pela concorrência.

Com a publicidade procura-se atingir o público-alvo, jogando com as suas emoções, anseios e necessidades, tentando gerar comportamentos face ao que é publicitado. Pode-se mesmo afirmar que o sucesso de algo, depende de uma boa estratégia publicitária.


Rua Direita

Título: A Expansão Da Publicidade

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários - A Expansão Da Publicidade

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Cuidado com as curvas

Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Maria Bijóias

Título:Cuidado com as curvas

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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