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Os etarras

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Os etarras

Euskada Ta Askatasuna (Pátria Basca e Liberdade), conhecida por Eta, é uma organização política que busca a independência do país basco. Em 1952, vemos aparecer em Bilbao um grupo universitário designado Ekin, que se juntou à Eta a 31 de julho de 1959. Em 1962, ocorre a primeira Assembleia em Belloc, em França. Delinear alguns objetivos para o sucesso da luta: considerar a história basca um elemento essencial para o aparecimento do orgulho nacional, aprovação do Socialismo, não é um movimento não religioso nem uma etnia, mas um grupo que procura a independência da Pátria Basca.

A ETA utiliza a violência (assassinatos, raptos, explosão de bombas) para abalar a instituição política. Desde 1953, a violência foi muito utilizada em causas políticas. Em Espanha, a ETA usou o terror para obrigar o governo a dar o estatuto de independência ao país basco. Claro, que os muitos governos recusaram de todo satisfazer as exigências dos membros da ETA.

Desde a segunda metade do século XX até ao dia de hoje temos assistido ao terror dos etarras, que tem como fim atingir membros do Estado e não civis. Em 1968, Melitón Mananzas, chefe da polícia secreta de San Sebastián, foi assassinado. Cinco anos depois, Luis Carrero Blanco, presidente do governo, também foi assassinado. Mais recente, em 1995, os etarras tentaram eliminar José Maria Aznar, líder do partido PP, o partido da oposição. Em 2000, explodiu um carro de um político, vitimando este e o seu guarda-costas. Em 2007, um carro-bomba explodiu no terminal 4 Aeroporto de Madrid-Barajas. Também em 2007, dois agentes da Guarda Civil foram vitimados em dois atentados. O funeral dos guardas Diego Salvá e Carlos Sáenz foi acompanhado por Felipe, herdeiro da coroa espanhola, e sua mulher, Letizia.

A 18 de fevereiro de 2004, a ETA anunciou as tréguas com a Catalunha. Estas tréguas têm como objetivo procurar unir o povo basco com o povo catalão.

Resumindo, os principais alvos da ETA são a polícia, os membros do governo basco e a Guarda Civil. O simbolismo deste grupo passa pela serpente e pelo machado. É um grupo que privilegia a violência para alcançar o seu objetivo: a independência do país basco.

A 18 de fevereiro de 2004, a ETA anunciou as tréguas com a Catalunha. Estas tréguas têm como objetivo procurar unir o povo basco com o povo catalão.


Daniela Vicente

Título: Os etarras

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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