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D. Afonso Henriques, o Conquistador

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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D. Afonso Henriques, o Conquistador

D. Afonso Henriques, filho de D. Henrique de Borgonha e de D. Teresa de Leão, nasceu numa das principais cidades do Condado Portucalense: Coimbra, Viseu ou Guimarães, possivelmente, em 1109. Casou com D. Mafalda de Saboia, filha do conde de Saboia, em 1145. Foi criado com Egas Moniz, quando o seu pai faleceu, tinha ele apenas 3 anos. Também D. Teresa ganhou outro papel, nomeadamente, como Rainha de Portugal. Juntou-se ao seu amante, Fernão Peres de Trava, que tinha como objetivo juntar Portugal e a Galiza. Em 1125, com 16 anos, Afonso Henriques foi armado cavaleiro. Entretanto, no reino vizinho, morreu D. Urraca em 1126, sucedendo-lhe Afonso VII.

D. Afonso Henriques nada satisfeito com as opções governativas da sua mãe, arranjou alguns apoiantes da nobreza insatisfeita, e confrontou-se com ela e com o seu amante na Batalha de São Mamede, em 1128. Possivelmente também teve o apoio de populares. A ligação de D. Teresa ao conde Trava ditou o afastamento de muitos nobres, o que ia favorecendo cada vez mais o seu filho. Com a vitória do filho, D. Teresa refugiou-se na Galiza, onde faleceu em 1130. Em 1131, fundou o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, dos cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Em 1139, ocorreu a Batalha de Ourique, no Alentejo., contra os mouros, onde o filho de D. Henrique consegue mais uma vitória. Diz o mito, que Cristo apareceu um dia antes da batalha e deu-lhe as quinas, um símbolo ainda hoje presente na bandeira portuguesa. Em 1143, em Zamora, D. Afonso Henriques foi reconhecido como rei, pelo cardeal Guido Vico. Em 1179, a bula papal Manifestis probatum emitida por Alexandre III concede o título de rei a D. Afonso Henriques.

Em 1147, começou mais uma série de conquistas, nomeadamente, Santarém, Lisboa, Alcácer do Sal, Évora, Beja, Serpa, entre outras. Antes de falecer, D. Afonso Henriques caiu no erro de tentar ficar com Badajoz. D, Fernando II não gostou, e enfrentaram-se numa batalha, onde o monarca português partiu uma perna e ficou prisioneiro.

Faleceu a 6 de dezembro de 1185. Encontra-se sepultado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.

Daniela Vicente

Título: D. Afonso Henriques, o Conquistador

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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