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Como beijar?

Categoria: Outros
Como beijar?

Das duas, uma. Ou este assunto interessa aos principiantes, ou existe muita gente, que se julga com prática que vem aqui espreitar a forma indicada para beijar.

O acto de beijar traz sempre sentimento, mas pode acabar em desilusão. Beijar é bom e ser beijado também, mas como saber a melhor forma de o fazer?

Antes de mais, um beijo é sempre algo que traz um cariz muito sensual e a envolvência pode ser tão fenomenal que fará parte de uma imagem da grande tela.

Qualquer momento é bom para beijar, mas atenção, nem todos os beijos são bem aceites em determinados lugares. Naturalmente que não acha bonito um beijo apaixonante, bem Francês (com língua) no meio da rua, quando passam velhinhos e crianças, certo?

Beijar de forma perfeita tem os seus truques e dicas, e se tem algumas dúvidas leia o que se segue. Se no entanto, sabe que beija bem, não deixe de ler também, pois o aprender não ocupa lugar.

Antes de mais, e esta regra serve para as duas partes, mantenha os lábios hidratados. Com um pouco de saliva ou em situações mais drásticas, com batom incolor do cieiro.

Quando começar por querer beijar, aproxime-se de olhos abertos e dirija a sua boca lentamente para a boca da sua cara-metade. Só quando os lábios se juntarem é que deve fechar os olhos. Há obviamente muita gente que gosta de manter os olhos abertos, mas numa fase inicial, beije como no cinema e feche os olhos levemente.

Um leve beijo nos lábios deve ser o inicio de tudo. Um leve toque, dois leves toques, três leves toques. Toque docemente, mesmo que a boca esteja ligeiramente entreaberta. Sentir o tacto e o calor, nesta fase é o mais importante.

Por esta altura, estará com alguma vontade de sentir um pouco mais, certo? Está então na altura de abrir um pouco a boca. Se a sua cara-metade não reagir, pode ser que tenha de esperar um pouco mais, mas vá tentando sem forçar.

Depois das línguas se tocarem docemente, não tente chegar ao estômago da outra parte. Percebeu o que lhe quis dizer? É isso mesmo. Não invada com a sua língua, todo o espaço da boca da outra pessoa. Além de ser um espaço muito próprio, é muito desagradável para quem é beijado dessa forma. Parece quase uma brutalidade, quando um beijo tem de ser um momento profundo de sentimentos.

Agora deixe-se levar pela s emoções e não se esqueça que não são só os lábios que beijam. As mãos principalmente também ajudam. Abrace e toque docemente na cara da sua companhia. Esta é uma forma perfeita de beijar.


Carla Horta

Título: Como beijar?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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