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Cálculo estrutural: Principais Componentes!

Categoria: Outros
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Cálculo estrutural: Principais Componentes!

O cálculo estrutural precisa de dois componentes fundamentais para que o projeto seja bem-sucedido: demanda e capacidade. Veja tudo que precisa saber para empreender seu projeto contando com inovação tecnológica cada vez mais avançada!

No âmbito da engenharia, a estruturação de um prédio, edifício ou qualquer projeto complexo requer um estudo sucinto avaliando diversos aspectos.

É preciso considerar, antes de tudo, tanto os fatores internos como externos para que eles possam ser capazes de gerar maior segurança ao local e pessoas que transitarão por ele.

Assim, o cálculo estrutural se utiliza de mecanismos como simulação virtual, softwares de CAE, elementos finitos, design de produto, inovação tecnológica a fim de identificar possíveis acidentes e incidentes, calcular demandas e capacidades de sustentação tornando-se, assim, como um grande instrumento para avaliação e premedição dos riscos.

Então, basicamente, cálculo estrutural tem como fundamento descobrir se o empreendimento que se está pensando em projetar é estruturalmente sólido e economicamente viável. Para isso, ele conta com demanda e capacidade. Vejamos cada um deles!

Componentes fundamentais no cálculo estrutural

Demanda e capacidade são de suma importância para o cálculo estrutural. Sendo assim, em se tratando de forma puramente técnica do projeto de engenharia estrutural, a sua principal função é comparar demanda com capacidade. Vejamos alguns detalhes cruciais abaixo.

Demanda

Compreensão da física mecânica culminando no estudo da estática (forças dinâmicas que afetam as estruturas).
Calcular cargas (pessoas, terremotos, neves, ventos, móveis, peso da própria estrutura) com base em pesquisas anteriores.
Essas cargas precisam ser capazes de manter o prédio, edifício etc.
Capacidade

Verificar a capacidade de transportar cargas já transportadas.
A capacidade de um edifício é calculada utilizando a ciência material e mecânica.

Cargas de estimativa e capacidade estrutural são subestimadas.
Nesse contexto, os profissionais de engenharia e arquitetura (design de produto) estão trabalhando interligados. Da mesma forma que deverá ser previsto riscos à segurança (até que ponto?), do outro, é preciso saber quais materiais utilizar.

E daí, vem à pergunta: Como prever? Como fazer essa estimativa tendo em vista que essa estrutura tão complexa deverá ser sólida, firme e sem abalos, caso exista algum fenômeno natural, por exemplo, tornado? Tudo isso deverá ser analisado tecnicamente e tecnologicamente.

Inovação tecnológica avançada para o cálculo estrutural

Com a inovação tecnológica cada vez mais avançada, é possível que todas essas premissas sejam supridas com sucesso visando também a economia, tanto de tempo como dinheiro.

Assim, para recolher informações e auxiliar nesse processo, o cálculo estrutural conta com sistemas computacionais especializados e ajuda de microcomputadores cada vez mais modernos.

Os softwares de CAE - Computer Aided Engineering são altamente decisivos para essa atividade, tais como:

1 -ANSYS
2 - FEMFAT
3 - Mechanical Simulatons
4 - Virtual.PYXIS

Para que você compreenda melhor toda essa inovação tecnológica, leia o nosso post Use cálculo estrutural para alavancar novos negócios e fique por dentro de como ele pode ser muito útil e o diferencial em sua empresa. Agora, veja um pequeno resumo do que envolve essa modernidade da engenharia estrutural.

O cálculo estrutural envolve:

1) A identificação da utilização prevista e ocupação de uma estrutura

2) Desenvolvimento de planos e layout arquitetônico - pelo arquiteto

3) Identificação do quadro estrutural - pelo engenheiro

4) Estimativa de cargas estruturais dependendo do uso e ocupação

5) Análise da estrutura para determinar forças extremas, membros (quantidades) e conexões

6) Projeto dos elementos estruturais e suas ligações

7) Verificação do design de produto

8) Fabricação e Montagem - pelo fabricante de aço e empreiteiro

9) inspeção e aprovação - pelo oficial de construção do estado

10) Otimização estrutural (melhor custo benefício).

Como visto, o cálculo estrutural é muito complexo e envolve muitos aspectos e também profissionais que se juntam para alinhar o trabalho a fim de que seja bem-sucedido.

Por isso, é preciso contar com todo o suporte da tecnologia para que o empreendimento possa resultar em algo seguro, previsível e com estrutura sólida.

Se você ficou ainda em dúvida, então deixe seu comentário abaixo. Caso queira acrescentar algo que não esteja descrito, fique à vontade.


Adriana Santos

Título: Cálculo estrutural: Principais Componentes!

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Habitação – Evolução qualidade/Preço

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Tema: Alojamento
Habitação – Evolução qualidade/Preço\"Rua
Hoje vivemos dias muito complicados do ponto de vista económico, uma vez que a nossa sociedade moderna consumista tem acarretado para as famílias a triste ideia de que temos que possuir tudo o que existe para ser possuído.

Relativamente ao assunto especifico da habitação, com o passar dos tempos, as pessoas têm adquirido as suas casas em função do que há no mercado, e este mercado tem evoluído de uma forma perigosa em termos de custos; o que quero dizer com isto, é que há vinte anos atrás, encontrávamos apartamentos no mercado, e tenho por base um apartamento T3 que tinha 3 quartos conforme a tipologia descrita, naquele tempo uma cada de banho, uma sala de estar/jantar conjunta e talvez uma varanda, hoje o mesmo apartamento terá os três quartos, a sala, duas casas de banho das quais uma poderá estar num dos quartos a que passou a chamar-se suite, este apartamento hoje, tem forçosamente que ter pré instalação para aquecimento central, lareira com recuperador de calor, e muito provavelmente aspiração central, ou pelo menos a pré instalação… Assim, quem compra um apartamento hoje, apesar das dimensões de cada divisão estarem diminuídas, o preço foi muito incrementado pelos extras, e depois há ainda que adquirir uma caldeira para fazer funcionar a tal pré-instalação de aquecimento central, os radiadores porque sem eles o dito não funciona, naturalmente o trabalho do técnico… há ainda que adquirir em muitos casos o aspirador propriamente dito para fazer funcionar a aspiração central, e algumas coisas mais, acessórios dos quais, antes não tínhamos necessidade.

Não quero dizer com isto, que estes equipamentos não são úteis, são, mas e aquelas pessoas que compraram os seus apartamentos há uns tempos, cujos espaços não dispunham destas “modernices” como viveram? Como vivem hoje? Provavelmente aqueles que tiveram disponibilidade económica para isso, colocaram nas suas habitações, aquilo que julgaram necessário, não colocaram aquilo que não lhes é útil de todo, por outro lado aqueles que não tiveram disponibilidade económica vivem sem os equipamentos em questão, ou colocam um equipamento à dimensão das suas possibilidades. O real problema é que os referidos equipamentos valorizaram muito mais as habitações em termos de preço de compra do que o valor real dos mesmos, e as pessoas, estão apagar vinte ou trinta anos, para não dizer mais, um bom valor acima do que pagariam sem estas coisas, além disso comprariam aquilo que quisessem e pudessem.

Para além do exposto, a qualidade de construção e acabamentos não melhorou, antes pelo contrário. Hoje o valor das casas está a decair rapidamente, e as pessoas em geral vivem em casas cujos valores atuais de mercado são muito inferiores ao que estarão a pagar durante muito tempo…

Naturalmente o mercado poderá mudar, mas não é esse o caminho que parece seguir.

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Ana Sebastião

Título:Habitação – Evolução qualidade/Preço

Autor:Ana Sebastião(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    21-04-2014 às 17:09:01

    A compra seja de apartamento ou casa estão mais caras e nem sempre oferecem serviços como mostram na divulgação. Não é bom financiar, pois custará o dobro. Realmente, o melhor a fazer é buscar preços que têm condições de pagar ou aderir a um consórcio.

    ¬ Responder
  • Sofia Nunes 13-09-2012 às 17:07:44

    Na minha opinião e de acordo com o que tenho observado, a relação qualidade/preço das habitações está a melhorar. E isso não é necessariamente bom, uma vez que é resultado da crise económica. Como refere, o valor das casas está a descer, pelo que se pode comprar uma vivenda pelo preço que há uns anos era de um apartamento. O problema é que, apesar de as casas estarem mais baratas, os compradores não têm dinheiro.

    ¬ Responder

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