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As amantes dos Reis: de D. Miguel I a D. Manuel II

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 38
Comentários: 4
As amantes dos Reis: de D. Miguel I a D. Manuel II

D. Miguel destacou uma amante na sua vida, D. Francisca Vadre. Foi enquadrada na corte de D. Adelaide, esposa de D. Miguel, mas esta nunca deu a entender que sabia. Em 1852, nasceu a filha, a infanta Maria das Neves, e no ano seguinte, nasceu o seu descendente, D. Miguel.
D. Pedro IV não teve amantes, até porque faleceu precocemente. No seu curto casamento, não foi infiel, pois amava a sua esposa, D. Estefânia, que morreu pouco tempo depois de terem casado.

D. Luís I, após o nascimento do infante D. Afonso, recomeçou as suas aventuras pelo leito feminino. Em 1869, encontramos referência a Marina Mora, com quem teve um filho, Pedro Luís António Pretti. D. Luís teve várias amantes descaradas, que andavam atrás do seu dinheiro. Destaca-se Rosa Damaceno das suas amantes, aparecendo a alusão a esta a partir de 1886. Era atriz no teatro D. Maria II.

Também D. Carlos usufrui da fama de adorar estar na presença do sexo feminino. Quando ia para Cascais de férias, ia todos os dias para a Boca do Inferno, onde ficava à conversa com as donzelas e madames. Das suas aventuras, conhecem-se a condessa de Paraty, a viúva de César Viana de Lima e a condessa da Guarda. Das muitas piadas que se fazia na altura sobre a monarquia portuguesa, destacamos uma:

«Do imperador, de quem diz que é filho,
Tem retrato na sala
Mas da p… que o pariu
Não tem retrato nem fala!»

D. Manuel, como filho de D. Carlos, não podia deixar de ser um aventureiro. Em 1909, conheceu a atriz e bailarina Gaby Deslys (Maria-Elise Gabrielle Caire), em Paris, com quem teve uma relação duradoura, que foi pública. Nasceu em Marselha, a 4 de novembro de 1881 e faleceu no mesmo lugar em 1919. D. Amélia não gostava nada desta relação e tinha medo que D. Manuel tivesse intenções de ter uma vida amorosa tão intensa como a do pai. Em 1913, casou com a sua prima, D. Augusta Vitória. Esta, mesmo em exílio, intitulou-se Rainha de Portugal. Não se sabe se teve alguma amante durante o seu casamento, mas muito provavelmente não.


Daniela Vicente

Título: As amantes dos Reis: de D. Miguel I a D. Manuel II

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 38

738 

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Gabriel Soares

    16-12-2014 às 19:02:48

    Como assim Pedro IV, não foi infiel? Mas ele tinha se casado primeiramente com Dona Maria Leopoldina quando era conhecido como Dom Pedro I do Brasil, por que isso é tão errado?

    ¬ Responder
  • Rafaela CoronelRafaela

    18-08-2014 às 05:42:20

    Adorei o texto sobre as amantes dos reis. Não tá muito diferente de hoje com essa época...srrsrs

    ¬ Responder
  • Maria De Nogueira

    08-02-2014 às 16:36:09

    Nunca li tantas asneiras, mentiras e imprecisões.
    Onde é que se licenciou em insidias? A primeira filha de D. Miguel nasceu em 1832, no tempo do cerco, quando solteiro. Foi criada por uma aia portuguesa. Depois deste acontecimento não lhe foram conhecidas nem atribuídas amantes. Escreve ainda que D. Pedro não teve amantes???
    Só filhos fora do casamento teve 18. Cuide da sua cultura e não acredite em tudo o que lê na internet. Comece por «Domitila de Castro Canto e Melo» e depois dedique-se ao tema com maior responsabilidade pelo que escreve. Boa sorte

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojuca

    11-07-2014 às 23:28:33

    muito obrigado pelo seu esclarecimento

    ¬ Responder

Comentários - As amantes dos Reis: de D. Miguel I a D. Manuel II

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O que é uma Open House?

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Imóveis Venda
O que é uma Open House?\"Rua
Este é um tema que vem pôr muito a lindo o trabalho de alguns mediadores imobiliários e do seu trabalho.

Quando temos um imóvel para vender, muitos são os métodos a utilizar e os meios que nos levam até eles para termos o nosso objetivo cumprido – A venda da Casa.
Quando entregamos o nosso imóvel para que uma mediadora o comercialize, alguns aspetos têm de ser tidos em conta, como a legalidade da empresa e quem será a pessoa responsável pela divulgação da sua casa, mas a ansia de vermos o negócio concretizado é tanta, que muitas vezes nos escapa a forma como fazem a referida divulgação e publicidade do imóvel.

Entre anúncios na internet e as conhecidas folhas nas montras dos estabelecimentos autorizados, muitas mediadoras optam por fazer uma ação que está agora muito em voga que é uma Open House. Mas afinal, o que é isto de nome estrangeiro que tanto se vê pelas ruas e em folhetos de anúncio?

Ora bem, a designação em Português é muito simples – Casa Aberta. E na realidade, uma Open House é isso mesmo. Abrir uma Casa para que todos a possam ver. NO entanto, requerem-se alguns aspetos que as mediadoras normalmente preveem, mas que é fundamental que o proprietário do imóvel também tenha consciência e conhecimento.

Por norma as imobiliárias só fazem este tipo de intervenção e ação em imóveis que têm como exclusivo, isto é, quando é uma só determinada mediadora, a autorizada a poder comercializar o imóvel.

Em segundo lugar, este tipo de ação de destaque requer à mediadora custos com tempo, recursos humanos e financeiros.
A mediadora começa por marcar um dia próprio que por norma é datado para um feriado ou fim de semana. Faz então publicidade local através de folhetos e flyres anunciando a Open House, o dia e a hora, tal como o local. Muito provavelmente serão tiradas fotografias ao seu imóvel.

Através de redes sociais também poderão ser divulgadas as ações.
No dia da Open House, o local será indicado com publicidade da sua casa e da imobiliária e começarão a aparecer visitas ao imóvel.

Sugiro que não tenha mobiliário e muito menos valores em casa. O ideal será o imóvel estar desocupado de todos e quaisquer bens, por uma questão de segurança, mas também porque as áreas parecerão maiores e isso com toda a certeza ajuda à venda.

A imobiliária será responsável pela limpeza e trato do imóvel, pelo que se ocorrerem danos, serão eles os responsáveis.
Neste tipo de ações, é normal que a concorrência das imobiliárias apareça e faça parcerias que para si só trará vantagens.

Uma Open House pode não ser uma ação de destaque em Portugal, mas por exemplo nos Estados Unidos, é o normal e mais agradável. Os clientes não se sentem pressionados como numa visita normal e os negócios concretizam-se com muito mais rapidez e naturalidade.

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Título:O que é uma Open House?

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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