Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > A Ternura dos 40 anos

A Ternura dos 40 anos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 8
A Ternura dos 40 anos

Passamos metade da vida a querer crescer. Cada vez mais vivemos o passado e o futuro, deixando para trás o presente que deve ser imediatamente vivido. Vivemos entre a nostalgia do que passou e a ansiedade do que está para vir sem que se possa dar lugar ao que se vive no dia a dia.

Mas se passamos tanto tempo sem nos apercebermos o que realmente interessa e nos perdemos em ansias esquecendo-nos de viver o presente, o avançar da idade traz-nos ensinamento e tranquilidades que julgávamos não chegariam e não viveríamos.

Os 40 anos trazem-nos coisas que julgávamos não existir e a tranquilidade é uma delas. Aos 40 anos vemos as coisas de outra forma e outro jeito. Começamos a perceber-nos e a conhecer-nos de outra forma e a ansiedade de crescer termina de certa forma. Começamos a viver a vida com um sabor que desconhecíamos e olhamos o passado com um gosto de quem aprendeu e está pronto a ensinar também.

Aquilo que ansiamos são os ensinamentos da vida e não emoções de adolescente que temos agora a certeza já não voltam mais.

Aos 40 anos muitos de nós voltam a ser pais e vivem-no de forma diferente. Largam-se os nervosismos e os cuidados excessivos (e muitas vezes absurdos) que se vivem quando se tem um filho aos 20 anos. A partir dos 40 anos alguns de nós já podem ser avós e vão vivê-lo de uma forma extraordinária, pois a vitalidade continua a ser extraordinária e o acesso a informações e coisas divertidas é muito diferente dos avós da nossa geração.

Aos 40 anos a vida tem um sabor diferente. Sabe a sabedoria com vontade de aprender mais, sabe a querer viver e recordar o que passou. Aos 40 anos olhamos o céu, lemos poesia, mas ouvimos as bandas da nova geração e vamos a concertos de música rock.

Aos 40 anos estamos mais atualizados do que nunca e temos uma extraordinária capacidade de absorver informação, diluí-la, mastiga-la e vivê-la da forma que bem entendermos.

A nossa carreira profissional já está a decorrer e os nossos objetivos são diferentes. Já não sonhamos disparates e ansiamos por coisas reais e concretas, sem dar lugar a desesperos. Aos 40 anos temos mais força e conhecemo-nos como ninguém. Sabemos o que custa lutar por um desejo e o sabor fantástico que é concretizá-lo.

Ao contrário dos receios que muitos alimentam, chegar aos 40 anos pode ser o momento de paraíso há tanto tempo esperado.


Carla Horta

Título: A Ternura dos 40 anos

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 8

669 

Comentários - A Ternura dos 40 anos

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Um sinal de compromisso

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:Um sinal de compromisso

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios