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A Teoria Dos Vinte-E-Um

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
A Teoria Dos Vinte-E-Um

Quando ainda estava a tabalhar como Gestora Comercial, aprendi uma coisa muito valiosa para a minha vida. Aprendi a teoria dos vinte-e-um. antes de explicar em que consiste esta teoria, vou falar um pouco sobre a minha experiência.

Como Gestora Comercial de Venda Direta, sabia que uma das coisas que me ajudava a manter a concentração era manter-me focada no meu objetivo todos os dias. Não era fácil, já que a maioria das pessoas normalmente não reage de forma favorável à presença de um vendedor. Assim, fazia tudo pora acordar alegre, cantava no banho se fosse preciso, ia para o trabalho a cantarolar fizesse chuva ou frio (já que trabalhei durante o inverno) e mantinha-me neste espírito positivo o dia inteiro. Quando estava frente a frente com um cliente estava tão focada no meu objetivo principal que conseguia convencer a pessoa de que o produto seria a melhor opção para ele. Claro que conseguia esse feito com argumentos válidos, sem enganar.

Com muita pressistência fui conseguindo o que queria. E sentia-me feliz por estar a conseguir. Agora deve estar a pensar: será que eu consegui sempre atingir as vendas requeridas pela empresa? A resposta é não. Nem sempre é possível manter a motivação.

Principalmente quando existem outros motivos exteriores, alguns deles bem negativos, que não podemos controlar. Ainda assim eu tentava fazer o mesmo todos os dias, convencida de que um dia eu iria conseguir. Quando iniciei esse trabalho, não começei logo a vender. Só atingi os meus primeiros objetivos vinte-e-um dias depois de entrar na empresa. Eu repito: Só atingi os meus primeiros objetivos vinte-e-um dias depois. Assim começa a teoria dos vinte-e-um.

A teoria dos vinte-e-um consiste em fazer a mesma coisa todos os dias sem exceção até atingir pelo menos um máximo de vinte- e-um dias. Li uma vez num livro que são precisos pelo menos vinte-e-um dias para estabelecer um novo hábito. Coisa que acabei por constatar por experiência própria.

Esta teoria aplica-se não só em vendas como em qualquer outro objetivo que tenha. Se fizer a mesma coisa todos os dias, mantendo-se focado naquilo que quer, ao fim de vinte-e-um dias vai realizar aquilo que deseja. Só um alerta: só vai conseguir atingir esse feito se o objetivo for mesmo seu. Se tentar agradar a outra pessoa, não vai conseguir e vai acabar por desistir no meio da caminhada. Para manter o seu objetivo vivo adote-o como seu e tenha coragem suficiente para lutar pelo menos durante vinte-e-um dias.


Jovita Capitão

Título: A Teoria Dos Vinte-E-Um

Autor: Jovita Capitão (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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