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2 mitos surpreendentes sobre a vida sexual da mulher

Categoria: Outros
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2 mitos surpreendentes sobre a vida sexual da mulher

Muitos estudos têm revelado fatos surpreendentes sobre a vida sexual da mulher, seus desejos. É muito mais do que podemos imaginar, e esses mistérios estão sendo revelados através da ciência. Por isso, saiba sobre estes 2 mitos a respeito da vida sexual da mulher. Você vai se surpreender!

Mito 1: As mulheres iniciam o sexo com menos frequência do que os homens

O estereótipo de que os homens são geralmente os iniciadores sexuais não podem ser totalmente precisos. O que Bergner tem encontrado quando visitou primatólogos foi que macacas são muito mais sexualmente agressivas do que os machos, e encontrou os mesmos resultados em estudos com roedores. Esse fato e mais as entrevistas que teve com mulheres sugeriram que este estereótipo pode ser apenas o resultado de nossa cultura combinada para a investigação. "Ele pode ter muito a ver com o fato de que estamos acostumados (senso comum) com a aceitação de iniciação sexual masculina", diz Bergner.

Na verdade, uma experiência em seu livro explica o que acontece quando as normas de gêneros são invertidas. Quando as mulheres foram expostas a um evento como o “speed-dating”(encontro para conhecer sua cara-metade), e tomaram iniciativa de se aproximar dos homens enquanto eles permaneciam sentados, o seu desejo de autorelato para com os homens, aumentaram. "De repente, as mulheres verificaram como muitas coisas relacionadas aos homens são indicadas sobre as estruturas sociais que temos, e o ato físico de dar um passo em direção a algo, muda a forma como vivenciamos o desejo", diz Bergner.

Mito 2: Os hormônios sozinhos abastecem o desejo feminino

Você sabe que seus hormônios afetam a libido, mas há muito mais desejos controladores do que apenas a testosterona e o estrogênio, ou seja, é algo muito mais abrangente do que apenas o âmbito fisiológico. "A química do cérebro realmente precisa trabalhar em equilíbrio, a fim de que sinta um forte desejo", diz Bergner. Junto com a dopamina e a serotonina (neurotransmissores no cérebro que envolve seu sistema de recompensa e de humor, respectivamente) há também a noradrenalina (um hormônio semelhante à adrenalina que está envolvida na excitação), diz Bergner.

"Os cientistas sabem que não é assim tão simples, mas nós amamos a explicação simples, e que nos deixa em apuros", diz Bergner. Então, a mente(o cérebro) também atua poderosamente para que a mulher sinta um desejo maior pelo sexo.


Briana Alves

Título: 2 mitos surpreendentes sobre a vida sexual da mulher

Autor: Briana Alves (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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