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O material eléctrico na construção civil

O material eléctrico na construção civil

A electricidade foi, sem dúvida alguma, uma das maiores invenções de todos os tempos. Já ninguém concebe uma vida sem ela.

Efectivamente, todas as nossas rotinas estão dependentes dessa energia, de uma maneira ou de outra. Prova disso mesmo é o facto de irmos constantemente com o dedo ao interruptor quando andamos à procura de uma vela para acender, porque faltou a luz.

Hoje em dia, praticamente tudo é eléctrico: aparelhos, ferramentas, brinquedos, … O que seria realmente bom lá para casa era arranjar, para além dos electrodomésticos, uma “electro-doméstica”, que é como quem diz uma empregada com um pouco mais de vigor, de modo a trabalhar com mais rapidez e cobrar menos horas, vencendo a “electricidade estática” de uma vez por todas!

O material eléctrico constitui uma faceta essencial na área da construção civil. Fios, lâmpadas, tomadas, alarmes, interruptores e muitos outros fazem parte do vasto domínio da instalação eléctrica.

Atenção aos choques! Dizem os que já os sofreram e sobreviveram para contar a história que é muito mau…

Há quem defenda que a electricidade vem da selva, insistindo em vociferar furiosamente: «Macacos!» quando se verificam cortes no abastecimento. Porém, não há que esquecer que esta espécie já habita há algum tempo em diversos jardins zoológicos, pelo que não é preciso ir tão longe para efectuar uma reclamação!

Nesta perspectiva, talvez fosse justo incluir no material eléctrico algum utensílio a que se pudesse dar o nome de “electro-monkie”.

Contrariamente, seria um contra-senso apelidar de “fala-barato” alguém que parece encontrar-se “ligado à corrente”. Ao preço que a electricidade está…


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Título: O material eléctrico na construção civil

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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