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conto: no controle da nave. cap. 1

Categoria: Literatura
conto: no controle da nave. cap. 1

Eduardo acorda dentro de uma extensa sala. Ele se sente estranho, parece ter levado uma pancada na cabeça. Não sabe onde esta ou como foi para ali. Tenta levantar mais esta preso por alguns cabos, e não consegue. Ao olhar para o lado, com dificuldade, vê que não é o único que esta na sala. Pode ver um monte de camas ocupadas por pessoas presas a cabos.

Alguns seres que ele, biólogo, definiu ao olhar como repteis caminham por entre as camas, retirando os cabos e os levando para outra sala.
Eduardo não acreditava em vidas em outros planetas, agora esta de boca aberta com o que vê: Seres de tecnologia e não são mamíferos.

Quando os seres se aproximam ele finge estar morto, e também tem seus cabos retirados. É levado para outra sala junto aos outros. Já na sala espera que todos os outros corpos entrem. Ele não faz ideia se estão vivos ou mortos, mesmo assim decide esperar. A porta é fechada, só então ele se levanta, os outros porem não se movem , quando se aproxima de um deles nota que não respira, deduz que todos ali estão mortos.

Ele precisa arrumar um jeito de sair daquela sala, ele precisa voltar para sua mulher e sua linda filhinha. Ele escuta os repteis conversando numa língua estranha por detrás da porta, e logo partem. Eduardo abre a porta devagar, com a porta entreaberta, consegue espiar e vê que não a mais nenhum reptiliano na sala que estava a pouco.

Começa então a desbravar a nave, precisa encontrar o local onde a nave é pilotada então dar um jeito de tomar o controle. Vai caminhando por entre os corredores da nave e não nota nenhum daqueles seres. Entre corredores e mais corredores, avista uma sala e parece ter um grupo daqueles repteis. Chega próximo e para antes da entrada.

Os repteis conversão novamente naquela estranha língua.
Os repteis vão em direção à saída, e ele corre para o corredor ao fundo. Quando os reptilianos passam por ele, sem nota-lo, corre para a sala do piloto e acaba encontrando mais um deles, sem pensar fecha a porta e entra em luta com o tal réptil, conseguindo domina-lo. Toma a direção nas mãos e parte em direção a uma minúscula bola azul...


Esau Siqueira

Título: conto: no controle da nave. cap. 1

Autor: Esau Siqueira (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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