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A Compulsão Interior Por Escrever

Categoria: Flash Read

Aos que amam escrever sabem que há dentro de cada um, o desejo intenso e inquietante por estar realizando essa honrável paixão. Sentimo-nos completos, porém fervilha em nosso interior um ardor e uma necessidade de não parar nunca de escrever. Até muitos de nossos amigos, familiares, conhecidos chegarem a nos questionar o porquê dessa atitude.

Podemos nos perguntar qual é o melhor romance que já foi escrito? Muitos leitores votariam em Guerra e Paz, de Leon Tolstói, que, dependendo da edição, pode passar das 1000 páginas. Mesmo depois de ter terminado a escrita de sua obra, Tolstói continuava a escrever – às vezes chegava ao ponto da exaustão, incapaz de dormir e à beira de um colapso.

Certo dia, um amigo lhe perguntou por que não parava de escrever, pois estava levando a si mesmo ao ponto do esgotamento total. Ele lembrou que Tolstói era um conde russo, muito rico, só precisava acenar ou chamar e tinha muitos servos à sua disposição, portanto tinha um futuro garantido financeiramente.

Tolstói explicou que não parava de escrever porque era escravo de uma compulsão interior, tinha um desejo intenso, profundo em seu interior. Ele achava que tinha que seguir escrevendo, ou então ficaria louco.

Adriana Santos

Título: A Compulsão Interior Por Escrever

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Martelos e marrettas

Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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