Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Evangélicas > Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”

Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”

Categoria: Evangélicas
Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”

Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”

O recente ataque realizado por extremistas islâmicos do ISIS na França voltou a levantar o debate sobre o terrorismo, e impulsionou um grande número de manifestações contrárias a este tipo de violência, inclusive entre os muçulmanos. Porém, muçulmano ligado ao grupo extremista deu uma recente declaração afirmando que “a morte dos infiéis deve continuar”.

Uma reportagem feita pela CNN ouviu diversos fiéis muçulmanos no Brasil que, em sua maioria, condenaram os ataques e comentaram sobre como atos como este acabam por marcar negativamente todo um grupo religioso.

– Sentimo-nos traídos, como se todos os muçulmanos tivessem levado um tapa na cara – afirmou Alí Ahmad Samaoui, em entrevista à CNN.

– Os muçulmanos acabam sendo duas vezes vítimas, vítimas desses loucos que cometem estes atos sem nenhum fundamento religioso, e vítima também da incompreensão das pessoas agredidas, que começam achar que é por causa da nossa religião que eles estão fazendo essa ação (os ataques terroristas) – completou o também muçulmano Idriss Deme.

Porém, a reportagem da CNN afirma que vozes discordantes deste discurso de paz, pressionados por dirigentes da mesquita para não se expressarem diante das câmeras, dizem entender as motivações dos que cometem atos como o recente ataque ao jornal francês Charlie Hebdo.

A reportagem acompanhou ainda uma celebração realizada em uma mesquita no Rio de Janeiro, onde o líder religioso ressaltou que grupos extremistas mancham a imagem da religião. Porém, no meio da celebração, um dos fiéis se levantou contra o discurso de paz, e afirmou que o terrorismo é “obrigatório no Islã” e que “a decapitação dos inimigos de Alá devem continuar”. O fiel exibiu ainda uma camiseta do ISIS, que se auto proclama “Estado Islâmico”.

Alí Momade, que comandava a celebração religiosa no momento da manifestação pró-terrorismo, comentou sobre o ocorrido, afirmando que o discurso pró-terror proferido no templo viola os princípios da religião e as regras do templo.

Carlos Fomim Andrade comentou: Ele só falou a verdade, pois é isso que o Alcorão diz. Acontece que nestas horas todo mundo quer tirar a cara da reta.
Para constatar isso basta ver a matança de cristãos na Nigéria!
Adivinha quem os está assassinando?
Em minha opinião este cara deveria ser preso por fazer apologia ao terrorismo!!

Sergio Marcio Silva comentou: O terrorismo é uma coisa abominável, e essa religião nunca foi de YHWH, até porque YHWH não tem religião um salvador que é o seu próprio filho. Se comparar essa religião com a religião católica vai encontrar muita similaridade. O deus dessa religião é Baal! Mas vamos ser justo! Eu vi num site duas caricaturas de Maomé publicada por esse Jornal, a onde numa Maomé está beijando outro homem, e na outra Maomé está beijando outro homem e o mesmo está com um artefato introduzido no ânus. Pelo que eu entendi, as charges tinha o nítido objetivo de satirizar a religião mulçumana por se opor veementemente contra os homossexuais. Na França já foi preso pessoas apenas por ter uma camisa customizada com a palavra família. O homossexualismo e abominável no conceito de Deus, assim como essa religião também. Que eles se explodam!


Poliana de Amorim

Título: Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”

Autor: Poliana de Amorim (todos os textos)

Visitas: 0

259 

Comentários - Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios