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Siga o manual de boas vindas

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Siga o manual de boas vindas

Talvez nunca tenha pensado que o simples acto de visitar uma empresa (seja a visita anunciada ou não) envolve uma série de requisitos (o chamado protocolo empresarial) que devem ser cumpridos na perfeição, de forma a transmitir uma imagem de rigor, profissionalismo, qualidade e simpatia.

De facto, muito dependerá da primeira impressão e, num mercado actualmente asfixiado pela incerteza no escoamento dos produtos, essa primeira impressão, se positiva, representará a sobrevivência da empresa. Esta deverá possuir uma equipa de trabalho brilhante a todos os níveis (executivo, administrativo, dirigente), apresentar um produto de excelência que o mercado realmente queira consumir e ostentar uma organização empresarial notável. Para além destes requisitos óbvios e básicos, algo mais é preciso e esse algo é o protocolo de boas-vindas. Ora, concretamente, quais os passos básicos a seguir?

Em primeiro lugar, a recepção nas instalações da empresa constitui uma primeira etapa fundamental. A apresentação do espaço, em termos de limpeza, mobiliário e decoração, deverá ser exemplar e deverão existir elementos identificativos da entidade corporativa. O visitante e potencial cliente deve ser recebido por um membro da segurança interna da empresa ou por um recepcionista que, de forma amável e cortês, deverá inteirar-se dos dados do cliente e das suas intenções. Posteriormente, comunica-se a sua presença através de um telefonema interno dirigido para a secção visada pelo visitante. É essencial que, neste primeiro momento, se transmita simpatia e segurança ao cliente e se evitem atitudes de espanto ou surpresa (em caso de visitas não marcadas). Há que ter em conta que não deve existir tempo de espera, pois tal indiciaria desorganização dentro da empresa – deve haver sempre alguém pronto para falar com um potencial cliente. De salientar ainda que, quem efectuar a recepção do cliente, deverá, também, concretizar a despedida, acompanhado o mesmo até à saída (por questões de segurança e de imagem da empresa).

Uma vez dentro da empresa, o visitante não deve circular desacompanhado, por questões de segurança. Por sua vez, o corpo executivo da empresa, ao receber bem, com profissionalismo e cortesia, estará a contribuir, de uma forma simples e sem custos, para o desenvolvimento e projecção da empresa no mercado. Outro factor a ter em conta é a credibilidade que se quer fazer passar ao cliente: a reunião deverá ser breve e assentar nos pontos essenciais, salvaguardando sempre uma imagem de seriedade e precisão.

E aqui ficam algumas das regras protocolares mais comummente utilizadas, indispensáveis em qualquer situação que envolva o contacto do cliente com a empresa.


Isabel Rodrigues

Título: Siga o manual de boas vindas

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    11-07-2014 às 00:47:54

    Como é bom um atendimento de qualidade! Siga o manual de boas vindas!

    ¬ Responder

Comentários - Siga o manual de boas vindas

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

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