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Início > Textos > Categoria > DVD Filmes > O musical "Os Miseráveis" realizado por Tom Hooper estreia em 2013

O musical "Os Miseráveis" realizado por Tom Hooper estreia em 2013

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: DVD Filmes
O musical "Os Miseráveis" realizado por Tom Hooper estreia em 2013

"Os Miseráveis é um dos mais emocionantes musicais alguma vez escritos", refere Hugh Jackman, quando entrevistado nas gravações, e afirma ainda "Aqui não existem cenas calmas. Tudo é intenso".

Esta é uma Adaptação da obra de Victor Hugo, centrada numa perseguição entre o criminoso transformado no Presidente da Câmara Jean Valjean (Jackman) e o Inspetor Javert (Russel Crowe), a desenrolar-se durante décadas.

A história acontece em plena Revolução Francesa do século XIX. Jackman rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba por ser preso. Mais tarde e já liberto, Jackman tentará recomeçar a sua vida e redimir-se, ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).

Em redor da luta entre os machos alfa australianos decorrem a história desoladora da operária Fantine (Hanne Hathway), que é explorada pelos corruptos Thénardier (Sacha Baron Cohen, Helena Bonham Carter) e o triangulo amoroso entre o estudante Marius (Eddie Redmayne), a protegida de Valjean (e filha de Fantine) Cosete (Amanda Seyfried) e a filha dos Thénardier, Éponine (Samantha Barks), desenbocando na revolta de Paris de 1832, quando o povo construi barricadas e pegou em armas contra o rei Luís Filipe.

"Não há nada de teatral neste musical", afirma o realizador deste filme, Tom Hooper, juntando este musical ao seu curriculo,
depois do dramatismo confinado de o "Discurso do Rei".

Tom Hooper diz ainda "É muito realista, muito masculino e sincero em relação a grandes temas universais. Não é, antes de mais, um musical. É, sobretudo, uma história formidável que usa a forma do musical para se exprimir."

Hooper seguiu dois principios, primeiro, as falas são sempre cantadas, pelo que não existe a desconfortável mudança de tom quando o diálogo se transforma em canção. E, segundo, decidiu que os atores cantariam as mais de 40 canções de Claude-Michel Schönberg e Alan Boublil ao vivo. Geralmente, o elenco dos musicais grava as canções meses antes de de filmar e faz playback no set. Aqui, Hooper está a gravar as vozes no set, com os atores a receberem a musica por auricular.

Hooper explica "Quando cantamos ao vivo, dá a ilusão de que os atores estão nesse momento a inventar canções", e adianta "Digo ao Hugh: 'Nesse verso, espera mais um pouco para deixar a ideia ganhar forma e depois canta-a.' É completamente revolucionário."

As gravações estão a decorrer intensamente e a grande vantagem é a rivalidade natural/grande admiração e amizade entre Hugh e Russel, como salienta a produção.

A estreia está prevista para 2013, ficamos a aguardar esta grande estreia.


Cristina Queiros

Título: O musical "Os Miseráveis" realizado por Tom Hooper estreia em 2013

Autor: Cristina Queiros (todos os textos)

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Título:Fine and Mellow

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