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No mar com um veleiro

Categoria: Barcos
Visitas: 2
Comentários: 1
No mar com um veleiro

O veleiro é, por assim dizer, um barco com a Matemática “à flor da pele”, ou melhor, “à flor da vela”. Efectivamente, os triângulos e quadrados que compõem o velame são meticulosamente calculados e cortados.

De outro modo, a deriva seria o destino mais clarividente e, como diz o ditado: «Barco sem rota certa não tem vento de feição».

Diz-se que as primeiras embarcações à vela surgiram nas proximidades do Mar Mediterrâneo, uma actividade exigente, mas com os gregos, e posteriormente os romanos, a fazerem uso de velas ainda toscas, que aproveitavam mais o vento a favor.

Tendo sido superado como meio de transporte pelo barco a vapor, o veleiro sobreviveu nas áreas do lazer e do desporto. Trata-se de uma embarcação que não goza da virtude da constância. Na verdade, apesar de ágil, a sua velocidade e a facilidade de se manobrar dependem do vento.

É certo que, por outro lado, não tem ruído de motor que incomode tímpanos mais sensíveis ou nervos fragilizados, que possibilita percorrer grandes distâncias, que exige pouca manutenção, que é activo, emocionante e participativo, sobretudo na parte em que proporciona um mensurável exercício físico. Praticar esgrima com o vento por meio de velas é sempre aliciante.

É, verdadeiramente, o “dois em um”.

Todavia, gostar de velejar é essencial mas não suficiente para se adquirir um veleiro. O ideal é começar por alugar ou sair em veleiros de amigos, para aferir acerca da própria adaptação ao barco, não se vá alguém “ver grego” para o manusear.

Depois, é fundamental avaliar as condições pessoais e/ou familiares, os objectivos, o tempo e o(s) lugar(es) de permanência, etcétera, porque não adianta ter um veleiro muito sofisticado se ele não se coadunar com as necessidades. Neste caso, seria palco de uma moderníssima versão do «Auto da Barca do Inferno»… 


Rua Direita

Título: No mar com um veleiro

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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743 

Imagem por: Mr. Usaji

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:43:03

    Belíssimo texto, daqueles que nos inspiram mesmo.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - No mar com um veleiro

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Como cuidar de Plantas de interior

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Tema: Bricolage Jardim
Como cuidar de Plantas de interior\"Rua
Cada planta tem um comportamento diferente, vou colocar aqui alguns cuidados que servem para a maioria delas.

LUZ:

Os principais erros no cultivo de plantas de interior é a falta de luz.
Se elas estiverem em locais onde não há luz suficiente, isso pode ser corrigido com a instalação de luz artificial, existe no mercado lâmpada que imitam a luz natural.


TEMPERATURA:

Mudanças bruscas de temperatura retardam e até paralisa o crescimento da planta, bem como causa a queda de folhas.


UMIDADE:

A maioria das plantas necessita de uma umidade atmosférica adequada.
Normalmente notamos que a planta não está com a umidade correta quando acontece ficarem amarelas e a queda de folhas.


IRRIGAÇÃO:

Conselhos básicos:
Uma planta em fase de crescimento vai precisar de mais água que uma que está em fase de dormência, ou já atingiu o seu tamanho adulto.
Durante a floração a planta precisa de mais água que em sua fase de crescimento
Em ambientes internos mais quentes é evidente que a planta vai precisar de mais águas que em ambientes mais frios.
Para saber qual é o momento exato de molhar, enfie o dedo no substrato, se sentir ele seco, chegou a hora

FERTILIZANTE:

Para que a planta tenha um desenvolvimento harmonioso convém usar periodicamente de fertilizantes que podem ser líquido ou sólidos.
No mercado existe a venda fertilizante com fórmulas específicas para cada planta.
Após a utilização do fertilizante regue a planta.

LIMPEZA:

Faça regularmente a limpeza de folhas secas e caule, pois elas são bastante positivas não só esteticamente como para a saúde das plantas.
Se estiver acumulada muita poeira sobre as folhas, espane, e depois passe um pano húmido
Atenção: Existe algumas espécies, que tem as folhas aveludadas, tipo a Violeta Africana, Begônia Rex, etc. que não deve ser colocada água é só usar uma escovinha bem macia.

TROCA DE VASO:

De uma maneira geral após 1 ou 2 anos as plantas de interior devem ser colocadas em vasos de tamanho maior.
Isso deve ser feito porque as raízes passam a ocupar um grande espaço e também porque o substrato vai perdendo sua composição inicial.
A época mais adequada varia de planta para planta, algumas devem ser feitas na primavera e outras quando estão na fase de repouso.
Aproveite para obterem mudas, separando brotos e dividindo touceiras.

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Miguel Pereira

Título:Como cuidar de Plantas de interior

Autor:Miguel Pereira(todos os textos)

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Comentários

  • Briana AlvesBriana

    13-10-2014 às 04:09:31

    Muito bom! É tão gratificante cuidar de plantas. A gente vê o quanto elas florescem quando são bem-cuidadas. Amei as dicas!

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita

    18-04-2014 às 22:36:55

    Fantástico seu texto, a Rua Direita agradece!

    ¬ Responder

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