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Os hábitos dos pombos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Animais Estimação
Visitas: 46
Comentários: 2
Os hábitos dos pombos

Apesar de muitos serem verdadeiros amantes columbófilos, os pombos não são animais que agradem a todos. Com uma história vingada desde os tempos mais remotos, os pombos não ocupam lugar no coração dos Portugueses, que de vez em quando são vítimas destes tão inteligentes animais.

Até pode haver quem diga que dá sorte e que é sinal de dinheiro, mas o vestígio de um pombo é sempre um incomodo.

Desengane-se quem acha que só nas cidades monumentais Portuguesas, se sofre deste mal. Nas mais variadas cidades Europeias (Madrid, Londres, etc.), os pombos, apesar de animais simbólicos, assombram o passeio de qualquer morador ou turista e pior, o espaço aéreo.

As queixas têm cada vez mais aumentado de número em qualquer cidade que seja “vitima” da excessiva procriação destas aves.

Não se trata só da destruição do património (monumentos por exemplo), mas também da saúde pública em geral.

Ao longo dos anos, esta situação tem sido seguida por especialistas que utilizando métodos contracetivos, conseguem controlar a multiplicação quase massiva dos pombos, sem que para isso esteja em risco a sua reprodução. Este programa visa somente a controlar a reprodução e em caso algum a esterilização da espécie columbófila. Por norma, este tipo de programas é controlado e posto em prática pelas Câmaras Municipais, sendo composto por várias fases e tendo por base a contraceção por via oral, criando habituação às aves. Se todos os dias, no mesmo local, for colocada a alimentação medicada aos pombos, estes criam um ciclo de habituação alimentar e consequentemente a medicação para controlo de natalidade.

Em cidades como Veneza este projeto posto em prática tem apresentado resultados bem positivos.

Existem no entanto, outras formas de afastar este animal que muitos consideram tão incómodo.

Em Londres, em frente ao Palácio do Parlamento, encontra-se a estátua de Wiston Churchill. Diz-me que Churchill (um dos mais conhecidos Primeiros Ministros Ingleses) odiava pombos. Por esta razão, a estátua ali colocada em sua homenagem é eletrificada.

Se o problema dos pombos não é só quando passeia na rua, e se estes bicharocos o incomodam nos parapeitos das janelas da sua casa, sugerimos-lhe algumas soluções.

Os pombos receiam, tal como a maioria dos pássaros, objetos que se movimentem. Assim, experimente colocar retalhos de sacos de plástico nas suas janelas, perto dos parapeitos. Apesar de ser indiferente a cor dos sacos, se fizer uns pequenos molhinhos coloridos, o aspeto pode ser bastante mais engraçado.

Existem ainda no mercado uns espetos que são vendidos em rolo que poderá colocar no parapeito. Os ditos espetos são de arame e impedem que os pombos adotem o seu parapeito para descansar das viagens.

Apesar de a maioria estar de acordo com os inconvenientes que são os pombos, nunca se esqueça que se tratam de animais, e de forma alguma poderá apostar numa atitude que atente sobre a vida dos bichos. Os animais têm direitos.


Carla Horta

Título: Os hábitos dos pombos

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    16-06-2014 às 18:49:42

    Adoro jogar comidinhas nas praças para os pombos.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoBras

    06-06-2010 às 23:28:16

    Deixem os pobres dos bichos em paz!

    Deveriam ter eletrificado era o pinguço do Churchill..

    ¬ Responder

Comentários - Os hábitos dos pombos

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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