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Início > Textos > Categoria > Alimentação > Vai um peixinho..

Vai um peixinho..

Categoria: Alimentação

Nos tempos que correm, muito se fala da protecção que o peixe confere às células do organismo humano, para além de se enumerarem as suas enumeráveis vantagens no que respeita ao desenvolvimento cognitivo e intelectual das crianças.

Ora, verifica-se aqui um conflito de interesses: por um lado, os mais novos querem sempre crescer, ser fortes e inteligentes, por outro recusam-se terminantemente a comer peixe.

Ainda por cima, costuma dizer-se que «o peixe não puxa carroça». Havia de ser bonito… Como puxaria ele a carroça fora de água?! E não consta que haja alguma com barbatanas…

Independentemente do que puxe a carroça, o facto é que a ciência comprova que a ingestão regular de peixe é muito benéfica, não obstante o cheiro que muitos afirmam não suportar.

Se bem que isso também não interessa grandemente; trata-se de ingerir o peixe e não de cheirá-lo ou de fabricar com ele algum perfume ou água de colónia… E daí, talvez não fosse assim tão descabido.

Já houve quem se dedicasse a inventar gelado de peixe, entre outras formas, no mínimo, originais de dar vazão ao apreço pelo peixe.
Portanto, o que não falta são maneiras de poder comer peixe: na sua vertente fresca, congelado, seco, salgado, enlatado e, mais recentemente, numa versão amplamente refrescante, capaz de dar uma perspectiva completamente nova a uma tarde de Verão…


Rua Direita

Título: Vai um peixinho..

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Superstições Náuticas

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Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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