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Roda dos Alimentos e alimentação moderna

Categoria: Alimentação
Visitas: 20
Comentários: 1
Roda dos Alimentos e alimentação moderna

Nem em todos os aspectos da vida modernização é sinónimo de progresso. Isto é especialmente válido para a alimentação hodierna que, embora poupe tempo e trabalho, agride sobremaneira a saúde dos indivíduos. Perdem-se bons hábitos em nome das melhorias socioeconómicas e permitem-se alterações alimentares que podem custar, em última análise, a própria qualidade de vida.

A publicidade, audaciosa, agressiva, apelativa, acena com novos sabores, uma escolha variada, pretensas vantagens dos produtos, facilidades e, por vezes, falsos benefícios nutricionais. Todavia, a verdade é que se assiste, de uma forma assustadoramente crescente, a dietas deficientes em frutos, hortícolas e leguminosas secas e ricas em gorduras e proteínas.

Para filtrar e confirmar a informação que lhe é fornecida, o consumidor tem de estar bastante vigilante, ser crítico e, sempre que lhe restem dúvidas, tirá-las junto de um profissional credenciado. Esclarecido, ele será, com toda a certeza, mais exigente relativamente ao que escolhe e ingere, e estará mais preparado para enveredar por uma alimentação saudável, com a consequente diminuição do risco de vir a padecer de enfermidades evitáveis ou, pelo menos, adiáveis.

A Roda dos Alimentos está dividida em sete grupos. São todos fundamentais à saúde, embora em proporções variáveis, pelo que o tamanho das “fatias” difere. A água encontra-se no centro por ser um elemento comum a todos os grupos, e deve ingerir-se entre 1,5 a três litros por dia. Os cereais, derivados e tubérculos consubstanciam a categoria da qual se aconselha comer mais porções. Seguem-se os hortícolas, a fruta, o leite e os lacticínios, carne, peixe e ovos, as leguminosas e, finalmente, as gorduras e os óleos. A base de uma alimentação saudável assenta nos hortícolas, nos frutos, nos cereais e nas leguminosas, dada a sua riqueza em fibras, vitaminas e sais minerais.

Não obstante, os vegetarianos também deverão ter atenção à quantidade de gordura presente nos seus pratos, sobretudo quando estes incluam queijo, óleo ou molhos cremosos.

A manteiga e a margarina contêm tipos de gordura diferentes, mas em quantidades idênticas, pelo que a sua utilização deverá ser moderada. E, ao contrário do que se pensa, o sumo de limão (boa fonte de vitamina C) não dissolve a gordura em alimentos gordos. Para a eliminar, só removendo-a efectivamente ou seleccionando carne mais magra.

Existem alimentos processados pertencentes a todos os grupos alimentares. Contudo, é preciso cuidado com os aditivos, passíveis de lhes provocarem transformações. Assim, uns são abundantes em proteínas, outros em hidratos de carbono e há-os, igualmente, fartos em gordura.



Maria Bijóias

Título: Roda dos Alimentos e alimentação moderna

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 20

803 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • isabela

    02-07-2013 às 12:37:18

    o texto fala bobre olimento pessoau



    ¬ Responder

Comentários - Roda dos Alimentos e alimentação moderna

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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