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Gelados são saudáveis

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Comentários: 3
Gelados são saudáveis

O verão é sem dúvida uma época muito propícia ao consumo de bebidas frescas e gelados.

Quando o calor aperta nada melhor do que desfrutar do prazer de comer um gelado, numa gelataria ou esplanada de café. Além de refrescarem os saborosos gelados contêm muitas vitaminas, dependendo da adição de frutas que tiverem incluídos.
Há gelados de muitas variedades, formatos e compostos. No entanto a maior parte deles são feitos de frutas de várias espécies.

assim podemos encontrar nos gelados frutos de laranja, morango, ananás, abacaxi, frutos vermelhos, limão, pêssego ou outros mais exóticos. Há quem prefira comer gelados de chocolate, em tarte ou bolos gelados.

O que importa é que todos eles são saudáveis em virtude das vitaminas e calorias que estão contidas nos mesmos. O ideal é comerem-se como sobremesa, após as refeições.

Na verdade servem de complemento às mesmas assim como de fornecimento de água, sais minerais e vitaminas. Os gelados já são uma tradição muito antiga, por se conhecerem os seus efeitos benéficos no organismo e servirem para aproveitar as frutas da época ou outras.

Na falta de algumas variedades de frutas, estas são conservadas no frigorífico em gelo, e depois são adicionadas na hora de os fazer. Isto não significa que os gelados percam os seus nutrientes, pois o congelamento serve precisamente para as conservar com os mesmos valores. Estes não se alteram, pelo contrário tudo o que for congelado fresco, conserva, seja peixe, carne ou frutas.

Os alemães primam pelos seus gelados espetaculares que exibem nas gelatarias deliciosas em toda a Alemanha. È por isso que eles fazem gelados com tudo o que está ao alcance, desde café, chá, e todas as frutas possíveis de obter, tal como o chocolate típico e coco , dos seus gelados.

Não haja dúvidas que eles conseguem obter deliciosos gelados, associados a lindos formatos em copo, prato ou bolos, dando um aspeto variado e rico ás suas gelatarias.

Estas são típicas e muito apreciadas pelo seu aspeto de requinte e colorido.
Contudo, os gelados são apreciados por todos os povos em especial, os dos países mais quentes ou temperados.

De fato, eles são consumidos todo o ano e fazem as delícias das crianças, que os usam como forma de repor água e vitaminas no organismo. Deste modo, não é raro serem postos na mesa de quase todas as famílias, seja de inverno ou de verão.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Gelados são saudáveis

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 19:23:07

    Os gelados, com certeza, são muito gostosos e deliciosos! Ainda mais, no verão onde o calor é bem intenso. Gosto de sorvete, açaí e sobremesas!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    17-09-2012 às 13:48:06

    Os gelados são uma boa forma de nutrir o organismo de vitaminas, água e calorias.São excelentes durante todo o ano e em especial no verão quando o calor aperta.Todas as frutas são boas para fazer gelados, assim como café e chá.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 11:47:35

    Um texto que nos traz excelentes notícias! Sou uma apreciadora comedida de gelados, especialmente nos dias solarengos de primavera e, embora soubesse que não são prejudiciais para a saúde, uma vez que são maioritariamente constituídos por água solidificada, nunca me preocupei em averiguar as suas potenciais virtudes para a saúde. Que bom saber que, para além de tão saborosos, também são benéficos, uma vez que contêm, em maior ou menor escala, vitaminas e minerais.

    ¬ Responder

Comentários - Gelados são saudáveis

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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