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Ciência de fazer um bolo

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Visitas: 8
Ciência de fazer um bolo

A preparação de um bolo, seja pão de ló, ou outro, envolve várias interações químicas.
A massa tem de se expandir, para fazer subir o bolo até ao elástico glúten.
Em primeiro lugar, deve misturar-se farinha, acúcar e manteiga e margarina.

O acúcar é adicionado, para adoçar, enquanto a manteiga confere a humidade necessária.
O acúcar e a gordura, interagem para criar bolhas de ar que ajudam a tomar o bolo fofo.
A farinha branca refinada é melhor, para criar uma textura mais leve e agradável, no bolo.
Quando a massa do bolo é batida, criam-se bolhas que ajudam o bolo a manter-se leve e fofo.
Os ovos devem ser adicionados bem batidos, e a gordura escapa-se durante a cozedura.

Por sua vez, a clara cria uma película em volta das bolhas de ar, e quando o bolo sobe, durante a cozedura, a película forma uma barreira rígida, que fixa a forma do bolo.
O fermento em pó, serve para fazer crescer o bolo, devido a conter bicarbonato de sódio. a combinação do bicarbonato de sódio com humidade, em conjunto com um ingrediente ácido produz uma reação quimica e cria bolhas de dióxido de carbono.

A reação começa, mal os ingredientes são misturados. Por isso, os bolos com bicarbonato de soda, devem ir logo ao forno.

Ao mexer, os ingredientes começam a interagir, a gordura e o açucar misturam-se e criam bolhas, e o fermento em pó é ativado, pela humidade da manteiga. O ovo,
liga tudo e começa a formar uma película à volta das bolhas de ar, enquanto a manteiga garante a humidade no bolo.

Diferentes tipos de massa, têm ingredientes e métodos de preparação diferentes.
Por exemplo, nas bases para tartes, deve misturar-se a gordura e a farinha, adicionar água e estender a massa com o rolo de cozinha a 180 graus centígrados.

Para os folhados, a massa deve ser interligada com manteiga, para formar muitas camadas de gordura e massa.

Durante a cozedura, a água, na massa, vaporiza e sobe, criando lâminas finas.
Outros bolos folhados, por exemplo, são feitos a partir de lâminas de massa finíssima. Depois são estendidas e esticadas, para criar as lâminas.

Antes de irem ao forno, porêm, devem ser pinceladas com manteiga e azeite.
è necessário escolher os ingredientes melhores, especialmente os ovos e a farinha. Estes são bastante importantes para o sucesso do bolo.

O bicabornato de sódio é também um dos mais importantes, pois é ele o ingrediente chave que faz a massa subir.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Ciência de fazer um bolo

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários - Ciência de fazer um bolo

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Superstições Náuticas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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