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Veneza, uma cidade perdida na fantasia

Categoria: Viagens
Comentários: 1
Veneza, uma cidade perdida na fantasia

Veneza, uma cidade romântica de Itália construída sobre água, tem múltiplas atracções para oferecer aos seus visitantes, entre elas: a Basílica San Marco (a fachada encontra-se actualmente a ser restaurada), Palácio dos Doges, Piazza San Marco (repleta de vendedores ambulantes e de muitos pombos), Grande Canal, Galerias da Accademia, Coleccção Peggy Guggenheim, entre outras.

Veneza tem vários tipos de embarcações, sendo as mais famosas a Gôndola (73 euros por 50 minutos e este valor pode aumentar à noite e na época de festividades), para atravessar os canais de Veneza, e o Vaporetto, para andar entre as várias ilhas.

A fazer parte da paisagem encontramos as várias pontes que nos permite deslocar dentro de Veneza. A Ponte dos Suspiros e a Ponte do Rialto destacam-se pela sua história e beleza.
Coisa imperdíveis em Veneza: o Spritz, um vinho branco de Veneza com aperitivos, que se bebe ao fim da tarde; o vidro de Murano, muito bonito e requintado (pode visitar-se as fábricas do vidro de Murano na ilha de Murano; as máscaras típicas de Veneza, que alcançam valores impossíveis para muitos turistas; a ópera em Veneza, assim como a música em geral é uma constante que alegra a cidade, portanto não deixe de andar pela cidade à noite, onde se vai confrontar com muitas ofertas musicais; por fim, visitar a praia do Lido de Veneza, banhada pelo Mar Adriático, e muito limpa (é no Lido que ocorre o Festival Internacional de Cinema, em Setembro, uma atracção para quem gosta de cinema). Nesta ilha já vemos carros e pode alugar-se bicicletas. Por fim, não perca o pôr-do-Sol, enquanto toma um chá no Caffè Florian, onde a história e a beleza se confundem.

Alguns conselhos: leve pouca bagagem, pois vai ter que andar sempre com ela; quando chegar ao aeroporto de Marco Polo apanhe o Vaporetto para a ilha do seu hotel, desfrutando assim de um percurso magnífico e transcendente (não aconselhável a pessoas que enjoem); caso goste de alguma privacidade pode sempre apanhar os táxis aquáticos, porém é sem dúvida uma opção mais cara; use calçado confortável, pois o piso assim o requere. Atenção, se for a Veneza entre Outubro e Março pode deparar-se com as cheias. Quando se ouvem as sirenes é sinal que a água está a subir e deve-se tomar as devidas precauções. Normalmente, a Piazza de San Marco fica submersa.

Boa Viagem!


Daniela Vicente

Título: Veneza, uma cidade perdida na fantasia

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    13-06-2014 às 16:23:43

    Tenho muita vontade de conhecer Veneza! Pelas fotos que vejo é realmente encantadora! Um dia irei conhecer ainda e colocarei em prática a sua dica de levar pouca bagagem! Obrigada!
    Cumprimentos,
    Sophia

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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