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A Evolução Da Roupa Interior Masculina

Categoria: Vestuário
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Comentários: 1
A Evolução Da Roupa Interior Masculina

A roupa íntima masculina sempre foi primeiramente funcional, feita de tecidos macios, e sempre com a preocupação do conforto.

Aliada a esta, surgem agora as exigências estéticas do homem moderno, que cada vez mais se preocupa com a aparência e com o bem-estar.

Dos pedaços de linho triangular usados no Antigo Egipto, até aos dias de hoje, a roupa interior masculina sofreu um grande desenvolvimento e muitas modificações.

Passou-se pela idade média, onde as cuecas, amarradas abaixo do joelho, eram a protecção ao metal das armaduras.

Por alturas da revolução industrial, com o desenvolvimento de novas técnicas e equipamentos, a produção antes artesanal, foi substituída pela produção em série. Por esta altura, foi fabricado um fato-macaco de malha, com mangas e pernas compridas.

Foi a partir de 1930 que se deu o maior avanço na evolução da roupa interior masculina. Só nessa altura surgiu uma peça semelhante às cuecas actuais, em modelos curtos e compridos.

Hoje em dia existem muitas novidades no universo da roupa íntima masculina: aos modelos tradicionais, em vários materiais e cores, juntam-se agora modelos mais ousados, para assim se poder agradar ao gosto e à personalidade de cada um.


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Título: A Evolução Da Roupa Interior Masculina

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    21-08-2014 às 14:40:45

    E grande evolução! Hoje os homens possuem mais beleza e charme com essas roupas interiores masculinas, acho bem bonito!

    ¬ Responder

Comentários - A Evolução Da Roupa Interior Masculina

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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