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Dicas de limpeza de tapetes e carpetes

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Dicas de limpeza de tapetes e carpetes

Os tapetes e as carpetes, para além de um maior conforto, conferem um aspeto mais sofisticado a uma casa, sobretudo se condisserem irrepreensivelmente com o tema da decoração. Não obstante, eles são, frequentemente, alvos de sujidade e manchas. Afinal, não é só «no melhor pano que cai a nódoa» … Nos tapetes e carpetes também! Assim sendo, aconselha-se que estejam sempre em locais ventilados, onde o arejamento seja uma constante. A ausência de janelas concorrerá para a acumulação do sujo e a proliferação de microrganismos.

As carpetes devem ser aspiradas, no mínimo, uma vez por semana (se estiverem em sítio de pouca afluência de pessoas e não houver animais), e acrescentando bicarbonato de sódio ao saco do aspirador, conseguir-se-á um combate mais efetivo dos odores desagradáveis. Já os tapetes carecem de uma aspiração diária, a fim de remover pó, areia, terra e ácaros.

Quando se deixa cair algo líquido sobre um tapete, a primeira coisa a fazer é absorver o que for possível com um pano ou papel absorvente, sem esfregar (o que só espalharia o borrão). Se, por outro lado, o derramamento for de sólidos, então pode usar-se uma colher para tirar o que se conseguir. A limpeza do tapete fica completa com um pano limpo, água e umas gotas de detergente ou sabão neutros. Pode ser necessário repetir o procedimento, após o que se passa com água e enxagua. Depois de seco, escovam-se delicadamente os pelos da área tratada.

O vinagre é ótimo para a limpeza geral de tapetes e carpetes, na mesma proporção. Humedece-se uma esponja na solução feita e passa-se levemente sobre o tapete ou a carpete, tendo o cuidado de que seque antes de nova utilização. Paralelamente, o vinagre permite tirar nódoas de ketchup (uma porção de vinagre para duas de água), pastilha elástica (molhando a zona com vinagre e deixando atuar algum tempo, sendo que se se aquecer o vinagre os resultados serão mais rápidos, tendo apenas que se puxar, posteriormente, a pastilha com cuidado para a retirar), café (uma parte de vinagre para duas de água), refrigerantes (idem), chocolate (idem), cola (idem, levantando-a quando estiver amolecida), etcétera. Para debelar o mofo, uma mescla de metade de água e metade de vinagre é o ideal. Pode recorrer-se a um secador de cabelo na potência mínima para abreviar o tempo de secagem.

Quando se entorna vinho tinto num tapete, deve ensopar-se o líquido imediatamente, salpicar-se a área com sal e deixar atuar durante um quarto de hora. Depois de o sal ter absorvido o restante vinho, há que limpar a mancha rosa que fica com água e vinagre (1/3 de chávena de vinagre para 2/3 de chávena de água). Aplicar vinho branco é outro truque válido para este problema.

Uma pastilha elástica numa carpete também pode ser eliminada colocando um cubo de gelo em cima dela (para a enrijecer) e puxando por ela depois. A espuma de barbear é outro excelente método para delir manchas. De seguida, passa-se o local da mácula com água limpa e seca-se com papel absorvente. O que não falta são “segredos” e artifícios para carpetes e tapetes impecáveis!


Maria Bijóias

Título: Dicas de limpeza de tapetes e carpetes

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-06-2014 às 17:22:11

    Fantásticas dicas! Tapetes e carpetes precisam de muitos cuidados, e quando ficam sujos, ficamos desesperadas sem saber o que fazer. Genial!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Caelbaby QuinnyCaelbaby Quinny

    26-04-2013 às 00:17:02

    Olá A caelbaby, e exclusiva no brasil em assistência técnica e limpeza para carrinhos de bebê. QUINNY,BUGABOO, STOKKE XPLORY UPPABABY,ORBITBABY. ligue (11) 3433-3948 (11) 3487-6741

    ¬ Responder
  • vera

    08-08-2012 às 03:21:26

    olá! tenho 60mts, de carpetes, preciso de um orçamento. obrigada

    ¬ Responder

Comentários - Dicas de limpeza de tapetes e carpetes

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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