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Como lavar manchas das paredes

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Como lavar manchas das paredes

Ter uma casa bonita e com as paredes pintadas de branco ou às cores é algo que contribui para o bem-estar pessoal e da saúde dos seus moradores. Contudo, às vezes, as paredes são manchadas com gordura, café,humidade ou com riscos dos ténis das crianças ou jovens, que gostam de esticar as pernas no sofá ou na cama do quarto.

Estes e outros episódios podem dar involuntáriamente origem a manchas se não forem logo removidas.

As festas de aniversário, de Natal ou outras também são susceptíveis de causar alguns pequenos acidentes domésticos ou salpicar as paredes próximas da mesa, com champagne, vinho ou massa de bolos.

Em suma, o entusiasmo e as brincadeiras podem levar a estes episódios de sujar carpetes ou paredes.

Relativamente à limpeza e remoção das manchas, o ideal é atuar desde logo, a fim de as remover.

O processo de limpeza depende do tipo de parede que seja atingida, pois pode ser de azulejo, tinta acrílica ou cal.

O mais usual, quando uma parede está manchada é tentar limpar a mesma com uma esponja macia, do tipo da verde e amarela ou um pano macio, que se envolve com água tépida e um detergente à base de amoníaco. Pode usar-se também uma mistura de água com dez por cento de amoníaco, esfregando suavemente a mancha com um pano.
Não se devem lavar as paredes, habitualmente com detergentes alcalinos, porque podem cntribuír para as manchas. Os melhores são os neutros, sem substâncias intoxicantes e abrasivos.

Eventualmente pode usar-se o detergente Sonasol ou o Cif, com um pano ou esponja sem pêlos, limpando de leve.

A esponja tem uma parte verde que às vezes remove a sugidade mais entranhada nas paredes de azulejo ou outra. Mas o melhor é experimentar primeiro num bocadinho, e ver o efeito.

Há limpadores multuiusos que retiram qualquer mancha das paredes, sendo mais indicados para as paredes laváveis.

Estes servem muito bem para manchas de gordura ou café ou ainda humidade das paredes. Se estas estiverem muito expostas ao sol, ficam também manchads, devendo ser passadas com um pano e detergente.

Há quem goste de lavar as paredes com álcool e acetona, por estes removerem bem as manchas.

A maior parte das manchas das paredes são fáceis de remover e limpar, bastando apenas, o pano húmido, detergente neutro ou á base de amoníaco ou limão e água tépida.

No caso das paredes das cozinhas, aplica-se muito o limão e o vinagre, revelando-se este excelente para as gorduras das paredes e fogão.

Os detergentes tira gorduras podem também envolver-se num pano molhado, fazendo um efeito eficaz nas manchas mais gordurosas.

Quando as manchas são causadas por tintas, lápis, canetas ou ténis, melhor é pintar as paredes de novo, pois quase sempre deixam uns resíduos.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Como lavar manchas das paredes

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-06-2014 às 17:29:39

    Muito bom! O vinagre e também o bicarbonato de sódio são excelentes para retirarem essas manchas das paredes.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTeresa Maria Batista Gil

    30-07-2012 às 17:04:55

    Habitualmente lavo as paredes da cozinha com uma esponja amarela e verde e um detergente de limão. Depois basta passar um pano macio e seco para ficarem a brilhar. Para as gorduras mais difíceis uso um detergente tira-gorduras normal ou passo um pano embebido em vinagre. Este é muito bom para absorver as gorduras das paredes perto do fogão e do lava-loiça.Se eventualmente as paredes ficarem manchadas devido a humidade ou nódoas ou salpico de comidas, o melhor é fazer uma mistura de bicabornato e água e passá-las com o pano húmido embebido dessa mistura.As nódoas são fácilmente removidas desde que não estejam muito entranhadas nas paredes. Por isso devem ser limpas com frequência com um pano macio, e uma mistura de água com detergente sonasol ou de limão.A maior parte das paredes podem ser lavadas fácilmente, com água morna e detergente normal. Para as zonas mais difíceis basta esfregar com a esponja verde e depois com outra ,macia ou com um pano sem pêlos.O uso de álcool para remover nódoas sempre foi utilizado pelas donas de casa. Contudo pode também usar-se sumo de limão, vinagre e detergente da loiça ou um tira nódoas.Atualmente os detergentes são bastante eficazes na remoção das manchas e gorduras das paredes, sejam de azulejo ou tinta plástica. Para uma maior eficácia devem ser misturados em água morna.A água tépida ajuda muito a remover as manchas das paredes, assim como uma esponja especial. Com efeito há esponjas e panos apropriados para a remoçao das gorduras, em tintas, azulejo ou cal.Se as manchas forem mais difíceis de remover ou em grande quantidade o melhor é pintar a parede de novo para não ficar manchada e estragar o ambiente. Os riscos de caneta são ás vezes difíceis de remover.Apesar de água quente, limão e sabão lavarem quase tudo, inclusive as paredes manchadas e gordurosas há quem prefira lavar com outros químicos, que ás vezes são tóxicos e desacoselháveis em casa.Há quem use acetona para tirar riscos de tinta, ou misture lexívia a detergente. contudo não dse deve abusar da lexívia, apenas algumas gotas.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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