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Altifalantes ainda existem?!

Categoria: TV HIFI
Comentários: 1

Um altifalante é um dispositivo que converte sinais eléctricos em ondas sonoras, que podem ser divididas em três taxas de frequência: tweeter (respondem aos agudos), mid-range (respondem aos sons médios) e woofer (sons graves).

Estes sistemas são usados em todo o tipo de aparelhos que amplia a frequência do som.

Foi nos anos 1920 que apareceram os fonógrafos mecânicos, os primeiros métodos para ampliação de frequências dos sons.

Estes sistemas, conhecidos principalmente nas grafonolas, tinham um cone acústico que vibrava quando a agulha passava pelos sulcos criados nos discos.

Nos dias de hoje ainda é possível adquirir estes aparelhos, principalmente em antiquários e lojas de artigos em segunda mão, ainda que seja necessário trabalho de restauração em muitos deles. 

Desde os anos 1930 que se usam os fonógrafos eléctricos. Nestes, a corrente eléctrica é transformada em vibrações mecânicas para reconstituir o som inicial. O altifalante é constituído pela bobina, pelo diafragma, por um íman e pela caixa acústica.

De um modo muito resumido, o som produzido pelo altifalante é uma turbulência causada pelo movimento do diafragma. Esta turbulência permite-nos sentir toda a vibração do som quando estamos perto de um altifalante. Todo este processo está montado dentro de uma caixa acústica, o que melhora a reprodução de som. 


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Título: Altifalantes ainda existem?!

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 07:45:51

    Fantástico texto sobre os alto-falantes!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Altifalantes ainda existem?!

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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