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Reencontre-se sendo mãe!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Reencontre-se sendo mãe!

À medida que o tempo passa pode sentir como se tudo o que faz envolve trabalho. Em casa e no trabalho sente-se responsável por todos os outros, e tem pouco ou nenhum tempo restante para si mesma. 'É muito bom ser mãe!' disse um dia, e é mais do que feliz em carregar o peso de uma vida, se apenas ... houvesse uma trégua a meio de toda essa agitação.

Ser um motorista, cozinheiro, mulher de carreira, enfermeiro, conselheiro, amante, mediador e decisor pode ter e tem o seu preço. O que é importante é redescobrir o "eu" além de todas essas responsabilidades.

Considere-se muito importante. As mulheres que não encontram tempo para cuidar bem de si mesmas correm o risco de se sentirem oprimidas. A sua vida pode não passar de uma 'multi-tarefas' e um grande malabarismo é o que lhe permite gerir tudo isso agora, mas está a pagar um preço alto para a constante agitação e dentro de si cresce a necessidade de descanso e recreação.

Estabeleça prioridades. Minimize as nulti-tarefas dando prioridade a qualquer outra coisa. Há poucas horas durante o dia, como as pessoas mais sábias ao seu redor são capazes de lembrá-lo. Considere as 2-3 coisas mais importantes a serem alcançadas durante o seu dia.

Aprenda a dizer não, mesmo se já usou mas agora esqueceu. Quando as mulheres se tornam mães, há uma tendência a sentirem um grande senso de responsabilidade que pode estender-se para além das crianças apenas pelo hábito. E dizer sim sempre torna-se um mau hábito em situações como quando se acostuma a arrumar tudo após todos os outros desarrumarem, quando responde imediatamente a pedidos (ou exigências) e está disponível para toda a família e outras pessoas próximas a si, incluindo o seu chefe e o vizinho. E com o tempo, a sua disponibilidade e vontade de dizer sim tendem a ser dadas como certas, se se esqueceu de definir limites com os outros. Se está a representar dizendo o sim e a palavra desliza para fora da boca com facilidade, isso é uma indicação de que você precisa redefinir os seus limites com os outros e começar de novo para fazer valer as suas necessidades e equilibrar as necessidades dos outros.

Seja o momento. Permaneça no presente, enfoque o papel relevante para o momento. Isto é vital para minimizar o 'stress' e fazer o máximo com o seu tempo disponível. Basicamente, tome a decisão de ser o papel no momento, naquela hora do dia.

Evite julgar-se a si mesma. Muitas mulheres que se encontram nesta situação têm uma tendência a julgar-se com severidade e culpam-se por serem inadequadas, desorganizadas e por não serem boas o suficiente na maternidade.

Converse francamente com outras mulheres. Converse com um outro sobre assuntos da vida.A experiência dos outros pode ajudá-la a compreender melhor a sua realidade.

Cuide da sua saúde física. Os problemas de saúde menores podem tornar-se maiores se se desleixar e permitir que os problemas a afundem. Além de todo o mal que isso faz à sua saúde pode ainda desenvolver uma doença crónica.

Cuide da sua saúde mental. Os transtornos de ansiedade, preocupações, depressão e 'stress' são verdadeiros problemas de saúde mentais que pode enfrentar como mãe a tempo inteiro com muitas responsabilidades. Receba bem aqueles que a queiram confortar. Ter à nossa volta quem goste de nós traz boas energias e sentirá isso se receber abertamente e sem reservas.

Finalmente, lembre-se sempre de quem é. Independentemente do seu papel de trabalho, de mãe e dona-de-casa mãe, em geral, você ainda é você. Primeiro que tudo é um ser inteligente, carinhoso e atencioso, tanto quanto qualquer outra pessoa no planeta que deseja levar uma vida plena. Haverá momentos difíceis durante a maternidade (ninguém nunca entra em detalhes suficientes sobre o quão difícil é às vezes), mas também haverá momentos incríveis, grandes recompensas, a intimidade incrível, e amor profundo. Todas estas coisas tranquilizam a maioria das mães convencendo-as de que a 'viagem' da maternidade vale a pena.


Ruben Duarte

Título: Reencontre-se sendo mãe!

Autor: Ruben Duarte (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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