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Problemas cutâneos mais comuns

Categoria: Saúde
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Problemas cutâneos mais comuns

O prurido caracteriza-se por uma desagradável comichão, provocada por uma perturbação funcional dos nervos da pele.

Torna-se necessário evitar a coçeira da pele , porque ela pode abrir pequenas feridas, que correm o risco de infetar e mesmo depois de cicatrizarem, voltam a dar comichão, entrando-se deste modo num ciclo vicioso.

Assim para acalmar a comichão local deve aplicar-se um cubo de gelo ou esfregar a zona com uma solução de vinagre, que corresponde a uma colher de sopa de vinagre para uma chávena de água. As pomadas à base de benzocaína, não são muito aconselhadas para o efeito.

No entanto, se a comichão persistir ou no caso de muita vermelhidão, é necessário ir ao dermatologista.

Os pontos negros são pequenas acumulações de resíduos celulares e de gordura que provocam uma obstrução dos poros que endurecem em contato com o ar.

Estes devem ser removidos com um instrumento especial, que se encontra à venda nas farmácias e nunca devem ser extraídos com as unhas, para não aumentarem o risco de inflamação.

Deve, neste caso lavar-se o rosto com água e sabão em primeiro lugar, desinfetar o instrumento e só depois retirá-lo. Quem tem muitos pontos negros não deve usar produtos de maquilhagem, sobretudo gordurosos pois aumenta os mesmos.

A acne é considerado um problema para muitos adolescentes e, em especial para os rapazes, porque a grande maioria, cerca de 80%, é apanhado por esta afeção da pele. Contudo este pode ser um problemas mais psicológico do que físico e pode desaparecer, espontâneamente, ao cabo de alguns meses ou anos. No caso dos adultos pode tornar-se um problema maior, sendo as suas formas mais ou menos graves.

Os fatores que desencadeiam o acne são sobretudo, o abuso do álcool e tabaco.

Relativamente ao abuso de gorduras, chocolate e fritos, há pessoas que podem reagir, individualmente, a certos alimentos. No entanto, a verdadeira causa da acne é ainda desconhecida.

Para a minorizar deve lavar-se a pele com água e sabão neutro, aplicar uma pomada à base de peróxido de benzoílo ou loções á base de antibióticos.

No caso de acne mais grave, as expsições prolongadas ao sol ou as lâmpadas de raios UV, por um lado secam as borbulhas, mas por outro, facilitam a proliferação de microquistos.
Um fator agravante da acne é ficar muito tempo num ambiente quente e húmido ou onde se transpira muito por isso deve evitar-se o mais possível. Não se deve nunca espremer as borbulas pois o mais natural é provocarem cicatrizes, difíceis de saír.

As verrugas são pequenos tumores benignos da epiderme, devido à presença de um vírus. São pequenas elevações irregulares e arredendadas, muito salientes e de cor mais ou menos escura.

Normalmente as verrugas surgem nos dedos e nas plantas dos pés e, ainda nas costas das mãos e do rosto. São pouco contagiosas e podem ser destruídas por meio de pomadas, loções alcoólicas à base de salicílico ou, simplesmente compressas de água salgada.

Os sinais são pequenas alterações , mais ou menos volumosas, da cor e textura da pele. São inicialmente inofensivos mas contudo, podem evoluir para certos casos de cancro. Deve ter-se especial atenção no caso de o sinal aumentar, escurecer, fizer comichãom ,inchar ou deitar pus e consultar imediatamente o médico, a fim de idetificar as lesões da pele afetadas.

As dermatites são provocadas por perfumes, tintas, cosméticos ou detergentes. A sua irritação pode ser acompanhada por ardor ou enrubescimento intenso, devendo ser interrompido o contato com o desencadeador do processo.

Já os eczemas e as urticárias têm a sua origem num mecanismo de sensibilizão imunitária, ficando a pele avermelhada, inchada e com comichão.

A salvação, no caso de qualquer dermatite é em suma, identificar o seu agressor e deixar de o usar imediatamente.É importante nunca se coçar a pele e em vez disso aplicar gelo.

Os cuidados acima citados são essenciais para evitar os problemas cutâneos mais comuns.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Problemas cutâneos mais comuns

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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