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Os filhos da droga

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Os filhos da droga

É na adolescência que mais frequentemente, durante os tempos de escola, que se faz o primeiro contacto com o tabaco e com o álcool, e as drogas não são excepção.

É uma parte natural de todo o processo de crescimento, muitos de nós já experimentou as mais diversas coisas na nossa juventude, e dessa época muito poucas foram as experiências que se tornaram parte integrante da nossa vida até aos dias de hoje. Porém nem todos de nós soube experimentar e seguir em frente, dai o alcoolismo, a toxicodependência e outros comportamentos menos saudáveis que por razões do âmbito de psicológico e emocional se manifestam durante a adolescência (bulimia, anorexia, fobias, automutilação, raiva, automedicação, depressões, etc).




O consumo de drogas contínuo é um dos atos que mais famílias destrói e que mais vidas ceifa atualmente. Tal como outro qualquer escape, esta é uma dependência ou adição que, nos dias de hoje mais prejudica a sociedade, pois eventualmente acaba por dar lugar à criminalidade e ao aumento de problemas de saúde que acabam por ser mortais (HIV e outras infeções mortais) em alguns casos.

É aqui que entra a família e as organizações existentes no tratamento desta e outras dependências, que tantas famílias e jovens prejudicam. Em Portugal por exemplo existem, tal como em muitos outros países organizações privadas e publicas que ajudam no tratamento desta doença que tanto aflige, bem como, tentam consciencializar para este problema, que é inerentemente uma repercussão do rápido e descontrolado crescimento da nossa sociedade.

É importante que os pais desta nossa sociedade tenham uma consciência e mente informada acerca deste assunto, estando atentos ao comportamentos dos seus filhos, tendo o dever de tentar falar com eles abertamente acerca deste tópico, pois muitas vezes é fazendo de algo tabu que se acaba por querer “provar do fruto proibido”, sendo as consequências da inação, por vezes, maiores que o esperado.

Bruno Jorge

Título: Os filhos da droga

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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