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Os embriões

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Os embriões

O início da vida humana se dá quando o espermatozóide fecunda o óvulo. As células embrionárias humanas são pluripotentes e que pode salvar vidas. A verdade é que estas células não apresentam divisão assimétrica como às células-tronco. Elas são imortalizadas e são semelhantes às células cancerígenas; que se multiplicam rapidamente e quando se diferenciam logo morrem não se renova. Elas não se fixam nos nichos das células-tronco adultas presentes no organismo. Os corpos embrioides injetados são rejeitados imunologicamente e se injetados em animais imunossuprimidos geram câncer de caráter embrionário.

As células embrionárias podem transformar em todos os tecidos. A verdade é que tal afirmação baseia-se no desenvolvimento embrionário, mas tal fato não foi demonstrado até hoje por problema metodológico: não existe uma tecnologia que permita distinguir todos os tipos de células do organismo humano. As células embrionárias têm como fonte única o embrião que necessita ser estourado para se obter sua massa celular interna. Foi apresentada uma significativa melhora no método de obtenção das células IPC, num encontro sobre células-tronco, em Nova York, por John Sundsmo, presidente da Prime Gen. Irvine, CA, EUA.

De acordo com Sundsmo, células de pele, de rim e retina incorporaram partículas de carborno que transportavam em umas superfícies de proteínas responsáveis pela transformação destas células em células pluripotentes, mais rapidamente e com eficiência 1000 vezes maior, e sem ricos de produzirem cânceres. O processo está sendo patenteado. Mais é interessante que isto seja tão importante e ainda não foi divulgada, nem mesmo pelos meios de comunicação científicos. Dizem que embriões humanos congelados por mais de 3 anos vão para o lixo pois não geram uma pessoa. Mas a verdade é que tem embrião humano congelado por até 13 anos que resultou numa criança saudável. São vários os exemplos que podem ser encontrados em pesquisas.

Ao descongelar já é possível identificar se as células estão boas. Se estiverem vacuolizadas estão em processo de morte e não serve para nada, pois não se obtém culturade de células mortas. Querem comparar o embrião na fase de blastocisto com o paciente descerebrado do qual se colhe os órgãos para transplante. A verdade é que o embrião contém o programa completo para gerar não só o cérebro como todos os demais órgãos, o que não ocorre com a morte cerebral que é irreversível. As lesões de espinha dorsal só têm solução com transplante de células embrionárias humanas. Portanto há muita contraversão ainda sobre embrião.

Apesar de muitos serem favorável à pesquisa com células embrionárias (por outras razões, diga-se de passagem) e que, quem estuda sobre estas conexões concorda plenamente com estes autores (Hess e Borlongan). Que Se trata de uma hipótese muito remota de que as células embrionárias humanas servirão para terapia celular. Finalmente, durante uma conferência, que foi organizada pela Associação Nacional para a Defesa do Direito à Objeção de Consciência (ANDOC) na Academia de Medicina de Granada, a pesquisadora Natália López Moratalla, catedrática de Bioquímica da Universidade de Navarro, afirmou que hoje a pesquisa derivou decididamente para o emprego das células-tronco ‘adulta’, que é extraída do próprio organismo, e que já está dando resultados na cura de doentes.

Segundo os médicos existe cerca de 600 protocolos que utilizam células-tronco adultas, e não se apresentou nenhum com células de origem embrionárias. As células adultas possuem o mesmo potencial de crescimento e diferenciação das células-tronco embrionárias e substituem muito bem as possibilidades biotecnológicas sonhadas para aquelas. As últimas descobertas sobre as possibilidades terapêuticas das células-tronco adultas, que põem em suspeita abertamente as duas grandes promessas. Portanto, a previdência pela nova lei espanhola de biomedicina: que o uso e criação de embriões para pesquisa é a chamada clonagem terapêutica.

O grave problema ético já conhecido como a destruição indiscriminada de milhares de embriões humanos, que se unem evidências científicas para que questionem cada vez mais, para sua utilidade terapêutica, afirmou os pesquisadores. As células-tronco embrionárias fracassaram. Caiu pelo peso de sua própria irracionalidade, o uso terapêutico de células provenientes de embriões é gerado por fecundação, ou seja, células humanas provenientes da transferência nuclear a óvulos (o que se conhece como clonagem terapêutica), e reiterou. Tendo em vista os esclarecimentos acima seria ético que se parasse com esse engodo e que sugere que, as células embrionárias humanas, obtidas com a morte de embriões humanos, vão fazer paralíticos andar, cego enxergar, etc.

A verdade de acordo com Dr. DC Hess e CV Borlongan (Cell Proliferation, 2008 neurological desases, é que o cisto, a cavidade que se forma no local da lesão, é o grande obstáculo para a solução com transplante de células, ou que sejam células embrionárias, ou seja, célula tronca adulta. Seja o mesmo que as utilizadas nas células expandidas sobre um arcabouço, não se tem a formação das conexões entre as células nervosas de maneira correta. Em outras palavras não se pode acreditar que o embrião não seja uma vida.



Waldiney Melo

Título: Os embriões

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • maria teixeiramaria teixeira

    03-06-2011 às 19:38:37

    o emmmkkkfffggg

    ¬ Responder

Comentários - Os embriões

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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