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Doenças Ocupacionais - Ler / Dort – Esforços Repetitivos

Categoria: Saúde
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Doenças Ocupacionais - Ler / Dort – Esforços Repetitivos

Na Organização é geralmente tido cmo um dos problemas mais enfrentados pelo Setor de Recursos Humanos. São as famosas Doenças Ocupacionais que tendem a crescer e causar desconforto tanto para o trabalhador quanto para a empresa.

A melhor definição que podemos encontrar para essas doenças ocupacionais é a designação de várias doenças que causam alterações na saúde do trabalhador provocadas por fatores relacionados ao ambiente de trabalho. Elas estão subdividas em: Doenças Profissionais ou Tecnopatias e Doenças do Trabalho ou Mesopatias.

Doenças Tecnopáticas são aquelas causadas por fatores próprios da atividade laboral e Doenças Mesopáticas são aquelas causadas pela própria circunstância do trabalho.

A que veremos nesta pesquisa de trabalho são as Doenças Mesopáticas causadas pelas circunstância do trabalho. Como podemos encontrar a mais agravante e conhecida atualmente que é a LER/DORT.

LER não corresponde a uma doença ou enfermidade. LER é a sigla de Lesões por Esforços Repetitivos que representa um grupo de alterações do sistema musculoesquelético (tendões, nervos, músculos, ligamentos, ossos, articulações, discos intervertebrais, entre outras estruturas)

DORT, por sua vez, provém de Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho. DORT é a sigla de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho recentemente introduzido para substituir a sigla LER, basicamente por duas razões :
Porque a maioria dos trabalhadores com sintomas relacionados ao sistema musculoesquelético não apresenta evidência de lesão em qualquer estrutura e pelo esforço repetitivo (sobrecarga dinâmica).

Dentre as várias doenças ocupacionais que ocorrem no âmbito do trabalho temos: Síndrome do Túnel do Campo, Tendinite, Epicondinite, Bursite, Lombalgia e Hérnia de Disco. As duas mais agravantes são: a Síndrome do Túnel do Campo e Tendinite.
Síndrome do Túnel do Campo se dá através da flexão do punho com uma certa rigidez e sua extensão. São extremamente exagerados com o esforço dos punhos.
A Tendinite se manifestam nos músculos flexionados nos dedos. Causam uma certa dor, são repetidos movimentos e como não há descanso ele acaba causando sérios probçemas.

RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO
Obrigatoriedade de manter o ritmo de trabalho acelerado para garantir a produção.
Mobiliário inadequado, que obriga a adoção de posturas incorretas do corpo durante a jornada de Trabalho fragmentado em que cada um exerce uma única tarefa de forma repetitiva.
Quadro reduzido de funcionários, intensificação do trabalho com jornada prolongada e frequente realização de horas extras.

COMO PREVENIR
Controle do ritmo de trabalho pela pessoa que executa.
Pausas e micro-pausas durante a jornada de trabalho para que músculos e tendões descansem, sem que por isso haja aumento do ritmo ou do volume de trabalho.
Adequação dos postos de trabalho para evitar a adoção de posturas corporais incorretas.
Ambiente de trabalho com temperatura, ruído e iluminação adequada proporcionando conforto ambiental.


Adriana Santos

Título: Doenças Ocupacionais - Ler / Dort – Esforços Repetitivos

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojulia

    08-05-2014 às 22:20:28

    Eu me identifico muito e sofri muito...me ajudaram ...gostei

    ¬ Responder
  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    19-05-2014 às 00:13:47

    Que ótimo!!! Fico feliz que lhe foi útil, obrigada!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    16-04-2014 às 17:58:25

    Muito boa essas informações e de suma importância. No Brasil, é costume ter esse problema pelo trabalho ser excessivo e repetitivo. Adorei seu texto, parabéns!

    ¬ Responder
  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    16-04-2014 às 19:28:50

    Obrigada pela contribuição com seu comentário.
    *** bjos

    ¬ Responder

Comentários - Doenças Ocupacionais - Ler / Dort – Esforços Repetitivos

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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