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Cuidado com a automedicação

Categoria: Saúde
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Cuidado com a automedicação

Atualmente o mundo inteiro se preocupa com a qualidade de vida. Isso têm sido abordados diariamente, atualmente vários conselhos são dados para que possamos melhorá-la. Mais saiba que uma boa qualidade de vida sempre envolve muitos aspectos, primeiro como prevenir, segundo como tratá-lo, terceiro bem-estar pessoal, e social, e profissional. Tendo a saúde o papel mais importante é tanto na melhoria da qualidade de vida como na manutenção, saiba que também é evidente que os medicamentos são um dos fatores essencial, para aqueles que sofrem por determinada doenças, mais saiba que para usar medicamentos tem que ter certos cuidados e utilizá-lo corretamente e pode muito auxiliar no monitoramento da nossa saúde.

Sendo assim falaremos de um tema muito importante, que é medicamentos, e sua qualidade de vida e a sua automedicação. Saiba que a automedicação tem sido muito debatida nos últimos anos e que é bastante freqüente no cotidiano das pessoas. Para se definir corretamente a automedicação que é bastante freqüente nas pessoas, saiba que é quando o indivíduo reconhece os seus sintomas e identifica sua própria doença e ele mesmo tenta tratá-la. É também considerada ainda a automedicação, quando uma pessoa é medicada por outras pessoas que não seja habilitada para prescrever os medicamentos como amigos e familiares.

Saiba que este processo de automedicação pode se bastante danoso a saúde de quem pratica tal coisa, já se sabe que de um modo geral o consumidor não tem experiência e conhecimentos necessários para distinguir distúrbios, ou avaliar sua gravidade e escolher o mais adequado entre os outros recursos terapêuticos disponíveis. Saiba que os riscos do processo de automedicação são os seguintes: diagnosticar incorretamente o seu distúrbio, escolher uma terapia inadequada, mais saiba que um medicamento utilizado inadequadamente pode mascara a doença e retardar o reconhecimento da mesma, e com isso pode agravar o distúrbio da doença, com a administração incorreta do medicamento, como por exemplo, uso de dosagem insuficiente ou excessiva, utilização do medicamento por período curto ou prolongado, e risco de dependência, ou possibilidade de efeitos indesejados graves, incapacidade de reconhecer riscos farmacológicos especiais, ou desconhecimento de possíveis interações com outros medicamentos, há também possibilidade de reações alérgicas por falha na identificação dos nomes comerciais que contêm o componente capaz de desenvolver a reação alérgica.

Sendo assim, para evitar todos esses riscos e, portanto para manter a saúde e uma boa qualidade de vida, saiba que é bom evitar a automedicação, é bom sempre pedir a orientação de um profissional da saúde e lembre-se que medicamento são produtos importantes para a sua saúde, mas também são produtos de risco.

Waldiney Melo

Título: Cuidado com a automedicação

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    14-09-2012 às 20:54:19

    prefira ser cliente habitual de uma farmácia, pois assim vai ter acesso a pessoas que conhecem o seu historial e podem disponibilizar-se mais rapidamente para ajudar no que for preciso. são obrigados a informá-lo sobre os medicamentos e se está a fazer alguma medicação errada. evite os dias e as horas da semana em que as farmácias tendem a encher para ter ao seu dispor um serviço mais personalizado e cuidadoso.

    ¬ Responder
  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    14-09-2012 às 20:15:18

    os antidepressivos acompanhados por anti-histamínicos dão origem a uma sobreposição. aumenta a duração e intensidade dos efeitos secundários dos anti-histamínicos. pode, por exemplo, adormecer ao volante. a combinação de antidepressivos com medicamentos de venda livre também pode causar danos.

    ¬ Responder
  • Valmir RodriguesValmir Rodrigues

    13-10-2009 às 13:37:21

    Concordo plenamente, que a autonedicação é um perigo para a população. Muitos não se preocupam nem um pouco com o que está dispensando para o seu cliente. É necessário um trabalho educativo para a população e um maior investimento na base, ou seja, junto a classe médica, maior investimento por parte do governo no que diz respeito ao atendimento e acompanhamento dos pacientes, sendo assim: mais postos de atendimento e mais profissionais de saúde capacitados para tal finalidade, saúde com qualidade.

    ¬ Responder

Comentários - Cuidado com a automedicação

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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