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Como lidar com uma consulta médica decisiva?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Comentários: 1
Como lidar com uma consulta médica decisiva?

Já há algum tempo que se sentia doente e o seu médico mandou lhe fazer diversos exames médicos. Parecendo que não, fazer exames é sempre a parte mais fácil, o pior é depois saber o prognóstico. Muitas são as questões que se levantam na hora de ir saber os resultados. Será que deve ir sozinho? Quais as questões a colocar? Será que o seu médico é o mais indicado? Ou deve pedir uma segunda opinião? Estas são apenas algumas das perguntas que devem passar pela sua cabeça, mas saiba que há mais coisas a ter em conta. Mas para que vá bem preparado, dou -lhe aqui algumas dicas que até eu já tive que usar.

Quando for à consulta, leve consigo alguém com quem tenha uma relação próxima, pois caso venha a receber uma má notícia, o acompanhante poderá ser essencial, não só em ajudá-lo a tomar uma decisão, mas também em questionar o médico e lembrar das respostas dadas. Na hora de fazer questões, é essencial perguntar pelos custos financeiros caso necessite de algum tratamento, porque se tiver seguro de saúde, certamente irá cobrir algumas das despesas. Além disse certifique-se em saber as implicações da doença em termos físicos, psicológicos, laborais. Não seja demasiado ansioso em saber o prognóstico, o médico dir-lhe-á quando achar que é o momento indicado. Caso venha a saber que padece de uma doença grave, peça uma segunda opinião, ao menos não fica com o peso na consciência de que não tentou tudo. E se com esta segunda opinião houver uma divergência, peça aos médicos para dialogarem e chegarem a um consenso.

A escolha do sistema de saúde também é primordial, deve tratar-se pelo público ou pelo privado? É certo que no privado terá uma maior atenção por parte da equipa médica, mas pondere bem, porque os custos são elevados e se não tiver um seguro de saúde bom, depressa fica sem plafond. Além disso, no sistema público pode escolher em que hospital quer ser tratado, só terá que pedir ao seu médico de saúde que o referencie. Quando se tem alguma doença para a qual não há solução em Portugal, trate de saber se no estrangeiro há solução e se sim, o próprio Ministério da Saúde comparticipa as despesas. Se continuar a trabalhar, o melhor é informar de imediato quais as restrições que vai ter e avise também a família, respondendo às perguntas das crianças e se de alguma forma quiser chorar, não se contenha, porque ninguém é de ferro. Se depois de tudo isto, começar a sentir que se isola e que está sem vontade para nada, procure de imediato a ajuda de um apoio psicológico.

Apesar de dar aqui algumas dicas, espero que nunca venha a precisar de utilizá-las, mas mais vale estar prevenido, porque mesmo que não seja para si, poderá ter que apoiar alguém…

Catarina Guedes Duarte

Título: Como lidar com uma consulta médica decisiva?

Autor: Catarina Guedes Duarte (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Sofia NunesSofia Nunes

    15-09-2012 às 15:48:27

    Termina o seu texto referindo que, apesar de deixar estas dicas espera não ter de vir a servir-se delas. Eu já esperei consultas médicas decisivas e sei o quanto essa espera nos consome. Sou suspeita, porque todas as etapas do contacto médico me deixam nervosa, mesmo uma simples consulta de rotina (que não faço). As consultas médicas decisivas que referi vivi-as muito nova, não me esquecendo no entanto da ansiedade e medo puro que senti.

    ¬ Responder

Comentários - Como lidar com uma consulta médica decisiva?

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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