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Como Aliviar as Dores nos Pés?

Categoria: Saúde
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Como Aliviar as Dores nos Pés?

São vários os motivos que fazem com que nos doam os pés de vez em quando e se para uns os pés doem de vez em vez e muito de vez em quando, há quem se queixe de dores nos membros inferiores com uma frequência assustadora.

Quer seja porque se anda muito, porque os sapatos estavam apertados ou porque o seu corpo sofre de má circulação, os pés doridos são uma verdadeira dor de cabeça.

Mas se estas dores são tão complicadas, será que trata-las ou evitá-las tem assim um tão grande grau de tratamento? Ora vejamos.

Beber água numa boa quantidade para tratar o problema de má circulação é uma boa opção. Em muitos casos poderá precisar de um bom chá ou até de uma ajuda de medicação. Opte pela ajuda da ervanária. Sempre é a mais saudável e a química pode sempre ser mais agressiva.

Se os seus pés estão inchados depois de um dia de trabalho, mergulhe-os em água quente com sal e logo de seguida com água fria da torneira de forma corrente. Este choque térmico poderão fazer maravilhas.

Depois destes banhos, deite-se no sofá e eleve as pernas num grau de 45 graus e á noite, opte por dormir com uma almofada debaixo dos pés.

Se a sua vida profissional o obriga a estar muitas horas de pé e no mesmo sitio, experimente colocar um tapete ou alcatifa no sitio em que permanece mais tempo. Uma boa hipótese e diga-se a melhor, é usar sapatos híper confortáveis. Palmilhas que funcionem como amortecedores são únicos e os resultados extraordinários.

Se tem de passar muitas horas sentado, qualquer bocadinho é bom para caminhar e mesmo sentado exercite os pés “dançando” com eles para cima e para baixo.

Exercício físico, dança e boas caminhadas ajudam nos tempos livres pois a circulação ficará mais rápida e as dores aliviam durante todos os outros dias.

Numa visita á ervanária, compre chás para colocar os seus pés de molho. Óleo de eucalipto e de alecrim fazem maravilhas, tal como a hortelã-pimenta e a camomila e a viagem entre a água quente e a água fria são um excelente remédio.
Aproveite para massajar os pés e mime-os da melhor forma possível. Eles sustentam o seu peso, andam apertados em sapatos da moda e no final de contas, são delicados como qualquer parte do corpo.


Carla Horta

Título: Como Aliviar as Dores nos Pés?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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