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Como Administrar o Stress

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Como Administrar o Stress

Geralmente a vida moderna impõe uma grande dose de stress no nosso dia a dia, devido ao acúmulo de um grande número de tarefas a que somos submetidos.
O tempo é muito pequeno e as obrigações são demasiadas. Além disso, temos que desempenhar diferentes tipos de papéis: o de pai ou mãe, de filho, de irmão, de cônjuge; isso nos impõe várias dificuldades para nossas vidas.

Como não conseguimos realizar tudo em tempo hábil, acabamos nos frustrando e pensando em como seria bom se um dia tivesse mais que 24 horas. O correto seria então priorizar nossas atividades e realizá-las cada uma a seu tempo. Desta maneira, podemos cumprir tudo a que nos propomos de forma clara e organizada e com pouco esforço.

Devemos colocar em nossas mentes as atividades em ordem de importância, dividindo-as em tarefas importantes, tarefas urgentes e tarefas menos importantes, de acordo com o momento em questão. Além disso, é interessante intercalar essas atividades com momentos de intervalo; assim podemos repôr nossas energias perdidas.




Muito se fala sobre a importância também de desacelerar o ritmo no decorrer do dia, o que é muito proveitoso a longo prazo. Sabemos que ás vezes não depende unicamente de nós mesmos desacelerar o ritmo, principalmente nas grandes cidades, onde tempo é dinheiro. Tecemos uma luta corpo a corpo contra o tempo, que acaba sendo o nosso pior inimigo. E a batalha recomeça todos os dias. É quase uma guerra por devoção á própria guerra. Então percebemos que acabamos não chegando a lugar algum. Uma pausa é quase um prêmio; nesse caso o tempo torna-se nosso aliado.

Outro aspeto a se considerar é o uso de roupas e calçados confortáveis, que permitam ao nosso corpo sensação de relaxamento e tranquilidade. Também conta pontos uma alimenrtação correta e equilibrada, com muitas frutas, verduras e pouca cafeína e sódio, o que permite um certo reequilíbrio. E por fim praticar por alguns momentos diários alguma forma de meditação. Pode-se usar de recursos como respiração correta e aromaterapia, que é um santo remédio.

Com essas pequenas mudanças, você verá em pouco tempo que seu corpo e sua saúde irão lhe agradecer, afinal de contas, mente sã, corpo são.


Delene Aparecida Rodrigues

Título: Como Administrar o Stress

Autor: Delene Aparecida Rodrigues (todos os textos)

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Comentários - Como Administrar o Stress

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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