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Azia? Conheça-a melhor e ‘trate-lhe da saúde!’

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Azia? Conheça-a melhor e ‘trate-lhe da saúde!’

A azia é sentida por vezes por detrás do esterno, muito próximo da área onde se situa o coração. Por vezes, o médico necessita de recorrer ao seu equipamento para decifrar se setrata de azia ou problema coronário (normalmente um ataque cardíaco). Uma dor invulgar perto do coração ou uma dor forte acompanhada de náuseas, vómitos, fraqueza, falta de ar ou desmaio e transpiração pode ser sinal de ataque cardíaco.

Então, o melhor é conhecer bem a azia. Os sucos gástricos são intragáveis. Ele compreende uma mistura de ácidos, enzimas e outras substâncias químicas que ajudam a dissolver os alimentos ingeridos. Essa mistura ácida deve manter-se no estômago para auxiliar a digestão. Ao mesmo tempo, uma camada protetora de muco impede que o estômago sofra com a presença dessa acidez. Se tudo correr bem, não sentirá nada de anormal. O problema é quando esse suco escapa para o esófago, que é o tubo que liga a boca ao estômago. Se esse suco permanecer muito tempo no esófago vai queimar o seu revestimento e provocar dor ou sensação de ardor.

Para aliviar este ‘ardor’, deve recorrer a anti-ácidos. Tome bloqueadores histamínicos, que evitam que o estômago produza ácido. Se os osintomas persistirem ou agravarem consulte um médico. Todavia, as mulheres grávidas, as crianças e as pessoas com úlceras ou problemas renais não devem nunca tomar uma atitude sem consultar previamente o médico.

As algas, quando misturadas com os ingrdientes habituais das sopas, saladas ou outros pratos elaborados, isolam o ácido gástrico que provoca a sensação de ardor.

Se for um potencial sofredor de azia, evite a ingestão de bebidas alcoólicas ou gaseificadas, chocolate e café (incluem-se as bebidas com cafeína), todos os citrinos (são muito ácidos), alimentos com elevado teor de gordura, alho e cebola, hortelã, alimentos picantes , tomate e o leite gordo e seus derivados.

Ajude-se a si próprio neste tratamento. Faça refeições mais pequenas e mais frequentes, beba água regularmente e às refeições, evite esforços físicos, não se deite imediatamente após as refeições, faça uma caminhada noturna depois do jantar, mastigue uma pastilha elástica (a saliva que se produz irá ajudar a revestir e proteger o estômago) e, caso seja fumador, deixe de fumar (o tabaco seca a boca, inibe a salivação e, por isso, não contribui em nada para a proteção do seu estômago).


Rua Direita

Título: Azia? Conheça-a melhor e ‘trate-lhe da saúde!’

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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