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Aprenda a combater a obesidade

Categoria: Saúde
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Comentários: 1
Aprenda a combater a obesidade

A obesidade é um mal cada vez mais disseminado; de tal modo que, muitas vezes, já não se lhe presta a devida atenção e, ou os cuidados não são tidos em conta, ou se encetam medidas drásticas para perder peso. Está-se diante de uma doença, ao contrário do que muita gente pensa. E não afecta somente a saúde física, mas também a mental, por questões de imagem e de inevitáveis limitações que o excesso de peso aporta. Há jovens obesos que, depois de darem dois passos, arfam tanto que mais parecem os avós…! Já para não dizer que não conseguem conter dentro da roupa a adiposidade abdominal, o que deve ser tudo menos confortável.

A questão é que o indivíduo esteja apto a separar a componente emocional da nutricional, procurando sentir-se amado e valorizado, independentemente do seu peso. Pode, inclusive, recorrer ao humor, respondendo a quem lhe mencionar as dimensões corporais que se trata de uns quilos a mais de boa pessoa. A auto-estima não deve ficar sequer beliscada pelas características do corpo! Por outro lado, é preciso dar início a um regime alimentar equilibrado e não a dietas malucas que pouco ou nenhum resultado apresentam no médio e longo prazos.

Um pequeno-almoço saudável é uma excelente forma de começar o dia. Um iogurte com uma peça de fruta e um pão integral torrado e guarnecido com azeite ou peito de peru e tomate pode ser um dos muitos menus possíveis. Se a primeira refeição do dia contiver proteínas, a fome não ataca ao longo da manhã.

Convém que os biscoitos, doces, batatas fritas e outras tentações deixem de estar sempre à mão para ir roendo. É saudável merendar a meio da manhã e da tarde, mas recorrendo a iogurtes magros, leite, sumos de fruta naturais, bolachas tipo Maria ou integrais, pão integral com acompanhamento pouco rico em gorduras e açúcares.

Os almoços e jantares, de preferência em casa, devem começar com uma sopa de legumes (ou uma peça de fruta antes, se o apetite for desmesurado), porque além das vitaminas e minerais ingeridos, preenche-se um espaço do estômago onde já não caberá grande quantidade do segundo prato, tendencialmente muito mais calórico. As saladas também não devem faltar.

Por outro lado, há que pôr de parte o sedentarismo. Os especialistas aconselham um mínimo de 30 minutos de exercício físico (moderado) por dia. Existem actividades desportivas no exterior, nem que seja uma caminhada com familiares ou amigos, que, fazendo bem ao organismo, também divertem e ajudam a reforçar os laços entre as pessoas, o que reduz o stress e a frustração, que motivam tanta gente a refugiar-se na comida.

Evite petiscar enquanto vê televisão: é a melhor maneira de comer impulsivamente! Da mesma forma, nunca utilize os alimentos como recompensa ou castigo por algo que fez ou não foi capaz de realizar. Foque-se nas suas qualidades e aptidões e não obceque com o seu peso, a fim de precaver distúrbios alimentares, como a anorexia ou a bulimia.

Desfrute dos alimentos saudáveis e do exercício, dando o exemplo aos mais pequenos, e siga as recomendações de um profissional de nutrição, se for caso disso.



Maria Bijóias

Título: Aprenda a combater a obesidade

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • ok, excelente suas dicasok, excelente suas dicas

    25-08-2011 às 18:59:45

    tenho uma amiga, que engordou 17k em 02 anos, quero ajudá-la a emagrecer, ela não tem tempo para academia, passa dia todo trabalho e anoite faz curso.

    ¬ Responder

Comentários - Aprenda a combater a obesidade

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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