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A Vacina Contra HPV: Riscos Versus Recompensas

Categoria: Saúde
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A Vacina Contra HPV: Riscos Versus Recompensas

Anunciada como um antídoto para o câncer cervical e que também pode ajudar a frear o câncer bucal, a vacina HPV tem sido uma equação que parece simples o suficiente: três agulhadas rápidas ao longo de seis meses é igual a imunidade do vírus do papiloma humano(HPV), que, por sua vez, é igual a proteção contra o câncer do colo do útero, o terceiro câncer mais comum entre as mulheres. Se pelo menos, a matemática fosse assim tão simples, né?

Na verdade, Gardasil, a vacina contra o HPV, que marcou a aprovação da FDA, há quatro anos para meninas com idades entre 9 a 26 anos, e Cervarix, que recentemente chegou ao mercado para aquelas com idade entre 10 e 25 anos, criaram tanta controvérsia que muitas mulheres não sabem se arregaçam as mangas, ou correm para as montanhas.

Aqui estão os fatos para que você possa tirar suas próprias conclusões. (Tudo o que você decidir, no entanto, é essencial visitar sempre o seu médico para exames regulares) Mais de 100 tipos de HPV existem, e 30 deles estão associados com câncer abaixo da cintura. O Gardasil e Cervarix são as vacinas de dois tipos: números 16 e 18, e que foram pensados para ser os inibidores do câncer de colo do útero, diz a desenvolvedora da vacina Diane M. Harper, MD. De fato, fornece uma proteção completa, tanto o 16 como o 18, e Cervarix oferece proteção extra contra as três outras versões relacionadas ao câncer. Também pode haver esperança para as mulheres já diagnosticadas com células pré-cancerosas.

A vacinação pode ser benéfica, mesmo que você já tenha sido infectado com o HPV. Eis a lógica: Porque as mulheres não são testadas para tipos específicos do vírus? Um resultado do teste de HPV positivo não significa necessariamente que você tenha o tipo 16 ou 18. Então, após o diagnóstico, isso vai ajudar a afastar essas versões. Este é o raciocínio que levou Lena Chen, uma escritora freelance, em Boston, a optar por Gardasil, enquanto que na Universidade de Harvard, ela teve um susto com o HPV. "Eu pensei que era um bom investimento na minha saúde futura", diz ela. "Eu gostaria de ter feito isso antes"

Mas, quanto ao aumento da imunidade? Será que ela pode ficar durante quanto tempo? As primeiras pesquisas mostram que Gardasil e Cervarix são eficazes para até cinco anos (o último depois de apenas uma dose). Mas, o câncer cervical possui um crescimento muito lento que leva uma eternidade para se desenvolver e até descobrir, por isso a vacina teria de ser 100% eficaz durante, pelo menos, 15 anos para evitar um verdadeiro tumor, não acham???

O que é mais importante, diz Harper, é estar sempre vigilante sobre o seu check-ups. "Ninguém que teve a vacina deve sentir-se como se estivesse totalmente protegido", explica ela. "HPV’s menos comuns que não são alvo da vacina, pode também causar câncer. Serem vacinadas apenas significa que você tenha tomado mais medidas para a prevenção." Pode haver efeitos colaterais graves. Muitos beneficiários de Gardasil experimentaram vermelhidão, dor, e desmaios. ("Qualquer vacina está associada com desmaios", diz Michael Lamacchia, MD, um especialista em doenças infecciosas do Hospital Infantil de São José, em Paterson, New Jersey). Mas milhares de mulheres também relataram problemas mais preocupantes, incluindo fadiga incapacitante, paralisia, cegueira ou complicações autoimunes, e algumas até morreram, de acordo com dados do CDC e FDA.

"Eu tinha 19 anos quando recebi a primeira agulhada, mas meu braço doía tanto nos próximos três meses que eu não voltaria para o segundo não", diz uma jovem de 21 anos, que pediu para não ser identificada. "Mesmo agora, meu braço é consideravelmente fraco, e tenho vertigem e outros problemas de saúde. Eu costumava correr quase 4km por dia. Agora, gasto muito tempo consultando-me com os médicos”

Embora os pesquisadores não estejam certos de que as queixas como estas resultem de efeitos colaterais diretos por causa do Gardasil (Cervarix não teve tempo suficiente para acumular reclamações), "é importante notar que mais de 70 meninas jovens saudáveis morreram de uma reação neurológica que ocorreu logo depois de receber a vacina", diz Harper. (A FDA não é obrigada a agir em resposta a qualquer efeito colateral que ocorra em menos de um em cada 10 mil pessoas) Então, se você está realmente preocupado, ela diz, "você pode evitar os riscos optando por uma vida inteira de teste Papanicolaou, em vez de vacinação"

Conclusão: A vacina HPV é um risco atingível para outros problemas, incluindo até morte, além de não ser 100% eficaz no combate ao vírus que futuramente se tornará em câncer. Agora, fiquem com suas próprias conclusões! Comente e deixe sua opinião!


Rafaela Coronel

Título: A Vacina Contra HPV: Riscos Versus Recompensas

Autor: Rafaela Coronel (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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