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A tiroide – fonte do equilíbrio humano

Categoria: Saúde
Comentários: 4
A tiroide – fonte do equilíbrio humano

A tiroide é uma glândula endócrina em forma de borboleta, situada no pescoço em frente à traqueia. Acontece que esta glândula, tão pequena e para muito desconhecida, é essencial para funcionamento saudável do corpo humano. Ela liberta as hormonas que estimulam o metabolismo e assegura a maioria dos processos bioquímicos do nosso corpo. Parece inacreditável, mas a tiroide é responsável pela regulação da pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura corporal, o peso e estado emocional do corpo humano.

Só nos apercebemos da existência da glândula tiroide quando aparecem os sintomas tão desagradáveis como: perda de peso, depressão, dificuldade de engravidar ou até – alopecia ( queda abundante de cabelo).

Existem vários distúrbios relacionados com a tiroide:
-hipertiroidismo (excesso de hormonas tiroideias);
-hipotiroidismo (deficiência de hormonas tiroideias);
-nódulos e carcinoma da tiroide;
-doenças autoimunes que são causadas por anticorpos dirigidos contra a tiroide( podendo estimula-la ou destrui-la);
-o bócio (quando a tiroide aumenta globalmente de tamanho).

Em Portugal foram diagnosticados distúrbios da tiroide em mais de 10% da população. Esta doença atinge crianças e adultos, com prevalência nas mulheres. A pouca e fraca divulgação da informação aponta para existência de muito mais casos de doentes da tiroide do que a estatística conta. Porem, o diagnóstico precoce desta doença depende da iniciativa de cada um em parte. Evitar estas doenças nas crianças, é a maior preocupação dos especialistas em endocrinologia. Os resultados das pesquisas revelam que as zonas do pais como distritos de: Bragança, Covilhã, Faro, Coimbra e Portalegre são as mais afetadas. Isso é devido a baixo nível de iodo, um importante mineral para funcionamento da glândula tiroide.

Foram reveladas varias causas que provocam a alteração do funcionamento da tiroide: a falta ou excesso de iodo na alimentação, tendência genética para aparecimento desta disfunção, doenças autoimunes (uma má higiene oral, vírus que criam anticorpos que afetam a tiroide), que diminui a função da glândula.

Comecem por - marcar uma consulta com o vosso médico de família para esclarecer as dúvidas. Uma entrevista clinica tem um papel primordial no diagnóstico de patologias tiroideias. Existem vários exames médicos e testes laboratoriais que podem diagnosticar com toda a certeza o distúrbio da glândula tiroide.

Um cuidado especial devem ter as mulheres gravidas. Durante a gravidez o número de hormonas tiroideias totais altera bastante. No caso de um diagnostico precoce de uma doença de tiroide durante a gestação, é possível um tratamento medicamentoso seguro da gravida. Este passo é muito importante para saúde da mãe e bebé. Neste sentido o teste do pezinho, que é feito no recém- nascidos entre o terceiro e o sexto dia após o nascimento do bebé, tem enorme importância na resolução dos problemas relacionados com doenças congénitas.

Embora os médicos avisam que é difícil antecipar esta doença, podemos prevenir o aparecimento da mesma reforçando o consumo de iodo através de alimentos ricos neste mineral ou através de sal iodado.

Resumindo e concluindo: Cuidem-se!


Lilia Buraga

Título: A tiroide – fonte do equilíbrio humano

Autor: Lilia Buraga (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Lilia BuragaLilia Buraga

    04-01-2015 às 19:08:30

    Obrigada Sophia, Lia e Rafaela pelos vossos comentário muito importantes para mim!
    Comecei a pesquisar sobre este tema há mais de três anos, quando me foi diagnosticado a hiperteroidíte. Descobri muita informação útil, conheci muita gente que sofre ou sofria com a mesma doença. Também descobri que há cura para a maioria das doenças da tiroide.
    Eu pessoalmente já consegui controlar o funcionamento da minha tiroide sem medicamentos já mais de um ano e estou contentíssima com o resultado.
    P.S. Fico contente por o meu artigo ser útil para alguém e estou disponível de partilhar mais informação sobre o assunto. Até sempre! Lilia.

    ¬ Responder
  • Rafaela CoronelRafaela

    23-07-2014 às 18:22:27

    Tenho uma amiga com tireoide, mas ela vive muito bem com isso. Mas, sempre tem que estar tomando o remédio nas horas certas.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    18-04-2014 às 23:49:23

    Fantástico texto, a Rua Direita fica contente com seu desenvolvimento, obrigada!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoLia

    16-04-2014 às 00:19:30

    Absolutamente excelente para o trabalho da escola , tive 18, obrigado amiga

    ¬ Responder

Comentários - A tiroide – fonte do equilíbrio humano

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

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