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VIDA QUOTIDIANA

Categoria: Outros
Comentários: 2
VIDA QUOTIDIANA

Gostaria de apresentar aos leitores uma sequencia de artigos que serão publicados sobre a vida quotidiana dos brasileiros.

Uma seleção de artigos que tem por finalidade apresentar e partilhar com diversos leitores a vida quotidiana no Brasil.

A principio nós iremos atentar a esta primeira publicação que é na verdade um resumo de todos os demais artigos a serem publicados.

Falar de quotidiano precisamos primeiro saber o que seria isso.
Quotidiano é aquilo que se faz todos os dias, ou seja, aquilo que é rotina de todos os dias, por exemplo, trabalhar seria quotidiano, frequentar uma escola e aí por diante.

Então nestes artigos vamos partilhar o quotidiano da vida brasileira, e por mais que seja difícil descrever o quotidiano de todo o Brasil iremos partilhar diversas situações quotidianas.

Realidades distintas por todo território brasileiro de vidas quotidiana podemos encontrar e seja quais forem elas, podemos definir que em sua maioria fazem com que nós brasileiros cresçamos a cada dia diante de situações difíceis.

A vida no Brasil para muitos brasileiros é a realidade de sofrimento e luta diária em busca de um Brasil melhor, um país de realidades distintas de governo que ainda não atende as realidades do povo brasileiro.

A vida de cada brasileiro tem suas próprias realidades, e enfrenta-las é desafio diário para muitos. Desigualdade social é a realidade do Brasil que vivemos atualmente o crescimento do Brasil tem sido percebido mais ainda é muito pouco diante do que ainda precisa mudar para que cada brasileiro possa ter uma vida digna e justa.
O quotidiano para o brasileiro é uma realidade muitas vezes de sofrimento e luta, tentando diariamente buscar uma vida melhor.

Os artigos que proponho publicar não são somente para partilhar as dificuldades brasileiras mais com a finalidade de partilhar que apesar do quotidiano brasileiro ser difícil existi solução.

Sempre teremos uma vida quotidiana, mais podemos mudar a realidade ao qual enfrentamos hoje e passar a desfrutar uma realidade do quotidiano ao qual possamos nos orgulhar.

Realidades como baixos salários, transporte coletivo, falta de saneamento básico são alguns dos próximos artigos que serão publicados e detalharei cada um a realidade do Brasil. Conhecer nosso quotidiano é conhecer nosso dia-a-dia, conhecer aquilo que estamos acostumados a viver todos os dias.
Partilhar esta realidade com todos os leitores é o mesmo que partilhar a rotina de vida que o Brasil enfrenta.

Podemos viver realidades as quais todos brasileiros conhecem, mais superar as realidade do quotidiano ao qual enfrentamos é um desafio coletinho no qual cada brasileiro tem seu papel e sua responsabilidade, mesmo que ao olhar de muitos seja impossível ao olhos de uma nação tão imensa quanto o nosso Brasil o impossível pode ser alcançado.


Rodrigo Junio Ferreira

Título: VIDA QUOTIDIANA

Autor: Rodrigo Junio Ferreira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    18-08-2014 às 06:09:43

    Os brasileiros lutam muito pelo que querem, mas o sistema não ajuda muito para ter um crescimento contínuo. Geralmente, quem mais sofre mesmo são os pobres, os menos favorecidos. Há sérios problemas no Brasil em questões que já deveriam ter sido vencidos, mas tudo é lento nesse país.

    ¬ Responder
  • Frank Oddermayer

    19-06-2013 às 07:28:55

    O pior inimigo do povo brasileiro é a demagogia sem sentido, como é o caso da disseminação nas escolas e faculdades do preconceito ideológico que impede a implantação do Ensino Universitário Público Pago. A maioria dos países desenvolvidos adotou este modelo, muito melhor.

    A gratuidade indiscriminada favorece os que podem pagar, que utilizam boas escolas de base para que seus filhos estudem de graça nas universidades públicas, onde os professores ganham várias vezes mais que os do ensino fundamental e médio.

    Os pobres estudam em escolas de base públicas, em boa parte ruins, e trabalham para pagar o ensino superior em faculdade particular de segunda linha, limitando-os no mercado competitivo.

    Quem pode, que pague e contribua para que outro estude; quem não pode, que receba bolsa reembolsável e pague quando puder. Nos países que adotaram este modelo, as desigualdades sociais diminuiram muito, pelo simples fato de que os recursos para investimentos para a multiplicação das vagas são muito maiores.

    Nos EUA, todo ano formam-se 18 milhões de alunos de curso superior, ante pouco mais de 1,5 milhão de alunos no Brasil. Isso porque temos de contar com as faculdades privadas que geram mais vagas que o Estado. Só que elas se proliferaram às custas de quem sofre muito para pagar. Até a China já adotou o modelo anglo-americano, em 1998.

    Porém, enquanto no Brasil tivermos ensino universitário público com a gratuidade indiscriminada, corporativismo; com baixos salários no ensino de base, sem valorizar o mérito de alunos e professores, seremos eternamente um País do Futuro.

    RESUMO
    1) A gratuidade não tornou mais eqüitativa a educação superior, que se manteve como privilégio das camadas médias e altas da população;
    2) o aporte adicional de recursos para a Universidade com a cobrança de mensalidades permite melhorar a qualidade dos serviços acadêmicos que, de outra forma, custariam pouco ou nada, mas também teriam reduzido valor para seus adquirentes;

    3) o financiamento da instituição por parte do indivíduo criará uma situação de competição entre as Universidades, que repercutirá favoravelmente sobre a qualidade;

    4) o aporte adicional de recursos oriundos de quem pode pagar gera um aporte adicional proporcional de vagas gratuitas para quem não pode arcar com esses encargos;

    5) para os defensores do argumento do mérito, o contra-argumento é que só cabe quando o diploma estiver de posse dos formandos. O que os candidatos precisam é de igualdade de oportunidades;

    6) não é possível financiar os estudos dos pobres com dinheiro dos ricos através dos subsídios de escolas particulares.

    7) Se o ensino superior gratuito absorve quase a metade de todos os recursos públicos da nação que são direcionados para a matéria educacional, favorecendo apenas quem poderia contribuir financeiramente, como esperar bom-senso dos homens públicos da nação que possuem o poder de resolver as gravíssimas questões sociais que nos assola?

    8) Se não há um maior alargamento na quantidade de professores universitários para universalizar e melhorar a qualidade dos ensinos básico e médio, como resolver o grave problema da educação no Brasil e, por tabela, as diferenças regionais?

    ¬ Responder

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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