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Vale a pena correr atrás do dinheiro?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 4
Comentários: 3
Vale a pena correr atrás do dinheiro?

Porque motivos as pessoas correm atrás do dinheiro? Hoje em dia com cada vez mais desemprego e cada vez mais miséria, é normal ver muitas “baratas tontas” á procura de dinheiro. Claro que o dinheiro faz falta. Eu também me incluo nesse grupo de “baratas tontas” para poder sibreviver. No entanto, quando o nosso principal objetivo é o dinheiro podemos estar a perder o nosso precioso tempo. Como assim, perder tempo? Digo isto porque apesar de ser um bem esencial não é o mais importante. Por quê? Simplesmente porque o valor do dinheiro não é um valor fixo. O dinheiro está sempre dependente da bolsa, mudando constantemente de valor.

Vemos muitas pessoas à procura de sites onde oferessem ganhos de enormes quantias de dinheiro. O chamado dinheiro fácil. Por vezes alguns até são aliciados a investir algum dinheiro com a falsa esperança de que o vão recuperar. Será que essa é a forma mais certa e honesta de se ganhar dinheiro? Muitas vezes torna-se na forma mais fácil de perder o pouco dinheiro que lhe custou a ganhar honestamente ao longo de vários anos. Por isso é preciso ter muito cuidado quando nos aliciam com muito dinheiro, pois provavelmente é o maior engano de sempre!

Apesar dos alertas as pessoas continuam a correr atrás desse bem, como se não houvesse outras coisas mais importantes neste mundo. Alguns até conseguem alcançar fortunas com muito esforço. Mas quando finalmente alcançam esse objetivo constatam que este, não tem qualquer importância.

Assim sendo, o dinheiro devia ser um valor meio, um valor que é útil pra se obter valores fim, ou seja valores abstratos. E que valores são esses? É muito simples. São valores tais como: integridade, segurança, estabilidade, reconhecimento, respeito, saber, prazer, entre outros.

Os valores que para sim são mais importantes podem variar de acordo conforme as circunstâncias. Por exemplo, se tem dívidas e contas inadiáveis para para pagar é lógico que o dinheiro vai estar no topo da lista das prioridades. Mas assim que conseguir resolver esses problemas o dinheiro deve passar para segundo pleno para dar lugar a ourtros valores mais importantes.

E para si, quais são os seus valores?


Jovita Capitão

Título: Vale a pena correr atrás do dinheiro?

Autor: Jovita Capitão (todos os textos)

Visitas: 4

631 

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    18-08-2014 às 02:14:43

    Vejo o dinheiro como consequência de nosso trabalho e não aquela coisa de correr atrás dele. Quando fazemos bem nosso trabalho, aproveitamos as oportunidades, o dinheiro chega até nós, mesmo sem nem perceber. É incrível como a mudança do foco mudam nossas atitudes. Se a pessoas correr, correr atrás do dinheiro, ele sempre vai fugir de você!

    ¬ Responder
  • Jovita CapitãoJovita Capitão

    21-09-2012 às 20:29:48

    Obrigada pelo seu comentário Sofia nunes.

    Cumprimentos,
    Jovita Capitão.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    18-09-2012 às 10:24:16

    Correr atrás do dinheiro pelo dinheiro em si, pela vontade de ter mais e mais acumulado, é absurdo. Diz-se que o dinheiro não traz felicidade, existem inclusivamente estudos que mostram que se uma pessoa tem disposição própria para ser infeliz, sê-lo-á mesmo se tiver dinheiro, e vice-versa. Acredito honestamente que as melhores coisas da vida não se pagam; no entanto, também é verdade que não conseguimos gozar dessas coisas se estivermos constantemente em apertos financeiros.

    ¬ Responder

Comentários - Vale a pena correr atrás do dinheiro?

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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