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Sinto-me atraída pelo meu patrão, e agora?

Categoria: Outros
Visitas: 68
Comentários: 4
Sinto-me atraída pelo meu patrão, e agora?

Sentir-se atrída pelo patrão é algo que acontece com maior frequencia do que se imagina, não é a primeira e certamente não será a última a passar por essa situação. Costumo dizer que antes de mais nada, precisamos acietar a questão da seguinte forma; o patrão antes de ser patrão é um homem e como tal, passível de despertar interesse, mesmo que esse interesse parta de uma funcionária, portanto, não se deve tomar como algo assustador e sentir-se atraída, não quer dizer que terá um caso amoroso com ele.

Uma das coisa deve deixar claro para si mesma, é se o que sente pelo patrão é mesmo uma atração, um desejo de estar com ele ou, se esta confundindo com admiração. Talvez ele seja um homem muito dinâmico, educado, capaz de trasmitir segurança e que possui muito poder posicional, é muito importante definir o que de fato está sentindo em relação a ele. Se após essa avaliação, perceber que está muito atraída pelo seu patrão, então leve em conta o que está pondo em risco, pense se ele também está interessado ou se você esta fantasiando que ele esteja, o que é muito comum, talvez, por ele lhe tratar com respeito possa estar levando-a a nutrir essa sensação.

Agora vamos as seguintes situações: se a atração está se tornando irresistível, analise se cabe deixar claro para ele o que está sentindo, se precisa muito do emprego e se após se insinuar ou agir de modo que ele note suas intenções, pois, caso ele venha a acreditar que ter um relacionamento envolvendo uma funcionária popderia causar transtorno, pode demiti-la.

Outra situação: Se seu patrão for casado ou já tiver algum compromisso amoroso e sair contigo, talvez ele queira apenas ter uma aventura também por sentir-se atraído por você mas não espere que ele abandone tudo para ficarem juntos, nem cobre esssa postura pois já era sabido o compromisso dele, se esperar outra coisa poderá estar fantansiando e não vivendo a realidade do momento, o que não significa que o patrão não possa vir a se apaixonar e ele mesmo fazer a escolha de ficar com a funcionária, pois, assim como o patrão é um homem antes de ser patrão, a empregada é uma mulher antes de ser funcionária.

Outra situação: se não quiser se expor a nenhuma das outras situações, o melhor a fazer é matar essa sensação de fome, o que quero dizer é que se tente evitar o pensamento de atração. É fácil? Claro que não, mas pode ajudar se tentar voltar os pensamentos para outras fontes, outro foco, lutar para que a atração diminua, sempre que olha-lo levar em conta que a sensação da atração é algo controlável e que você está no comando da sua mente e no controle das suas emoções.


Sílvia Baptista

Título: Sinto-me atraída pelo meu patrão, e agora?

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: aussiegall

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    28-07-2014 às 06:26:53

    Acredito que a mulher se ilude muito!Às vezes, o patrão é apenas gentil e educado. O maior problema é que esse sentimento de admiração pelo patrão acaba aumentando e gerando sofrimento desnecessário. É melhor analisar antes e não permitir que isso a controle e que nem gere um sentimento falso.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoThais

    13-02-2013 às 14:31:34

    Nussa eu ja Tive caso com Meu Chefe foi uma coisa Muito boa mais tem que separar a coisas ele Lago da mulher e ai fomos alvos de fofocas na Fabrica ai não teve outra escolha a não se me Mandar embora... Muito triste ficar longe da onde trabalhava mais Valleu hoje tamos juntos e Felizes Te amoo Meu lindo

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoellen

    05-06-2013 às 16:26:13

    muito fofo, e parabens.

    ¬ Responder
  • Holandês

    29-04-2013 às 07:53:14

    Mercenária...

    ¬ Responder

Comentários - Sinto-me atraída pelo meu patrão, e agora?

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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