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Ser Gordinha, Ser Feliz

Categoria: Outros
Comentários: 8
Ser Gordinha, Ser Feliz

Gordura é formosura, e se repararmos bem, as antigas obras de arte pintadas em tela, apresentavam-nos modelos com curvas acentuadas e barriguinhas salientes. Os modelos eram assim escolhidos, pois os modelos magros adoeciam muitas vezes e para um artista, a perda de um modelo poderia significar a perda da obra.

Uma mulher magra é sempre sinónimo de elegância e beleza. Curvas pouco acentuadas, mas bonitas, barriguinhas inexistentes, calças justas e decotes, acompanham este tipo de mulheres cuja fisionomia é muitas vezes invejado. São aparentemente saudáveis e felizes. Mas e então as mulheres gorduchas? Ter uns quilos a mais pode ser sinónimo de muita frustração e vergonha. A tristeza pode ser constante e o anti-social é mais fascinante do que viver e sair com os amigos.

Quem é obeso é muito mais do que uma pessoa gorda. É antes de mais uma pessoa que vê na comida, muitas vezes uma forma de escape. Da mesma forma que um fumador se esconde atrás dos seus cigarros, um gorducho esconde-se muitas vezes atrás da comida.

Mas o porquê da tristeza? Imagine ir a uma loja e querer comprar determinada peça de roupa. Agora imagine que não existe o seu número porque é gorducho? Sentir-se-ia triste, certo? E até mesmo num restaurante, se uma pessoa magra comer um hambúrguer cheio de calorias, ninguém repara, mas se for uma pessoa mais “pesada”, os olhares indiscretos fogem para a forma com que alguém sacia a sua fome.

Ser gorducho pode ser triste e incompreendido, mas a realidade é que não tem de ser assim.

Ser gorducho é o mesmo que ser magro e é assim que deve ser entendido. Apesar dos riscos de saúde serem complicados e dos abusos terem de ser evitados, uma pessoa gorducha tem de aceitar os quilitos que tem a mais.

Para as mulheres os factores do peso são ainda mais pesados. Na sociedade consumista dos dias de hoje, as gorduchas podem não encaixar.

Se é gorducha, não se admita a tristezas. Gosta de comer? Então é antes de mais uma excelente companhia para jantaradas. É antes de mais um Ser Humano, e todos nós temos qualidades únicas que devem ser realçadas pelos outros. É mulher, e isso é fantástico. Damos crianças ao mundo e somos o sexo mais forte, afinal somos as heroínas da sociedade em que vivemos.

Nunca se feche porque é gordinha. Saia, divirta-se e seja você mesma. Nunca se iniba pelo peso que tem e ignore quem julga que gordura e beleza não combinam.

As gorduchas são por norma mais divertidas, mais amigas, dão abraços calorosos e mimos fantásticos. São mães extraordinárias e irmãs para a vida. Excelentes companheiras e mulheres memoráveis. Está a ver como é igual a tantas outras mulheres? Afinal a diferença entre ser magra e gorducha é só uma questão de curvas.

Goste das suas, você é como é e aceite-se!


Carla Horta

Título: Ser Gordinha, Ser Feliz

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 8 )    recentes

  • SophiaSophia

    26-05-2014 às 05:03:29

    A moda Plus Size veio com tudo e tirou aquele preconceito contra as gordinhas. Bora é ser feliz do jeito que for! Claro, a mulher também precisa se cuidar, pois é algo que compromete muito a sua saúde, mas deixar isso lhe impedir de ser feliz também não pode acontecer!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    16-09-2012 às 18:26:37

    Marjorie, antes de mais acredite que as suas capacidades são bem mais importantes do que os seus quilinhos a mais. Seja feliz por aquilo que é na sua mais profunda essência. Se pretende perder uns quilos, procure a ajuda de um nutricionista. Ele vai verificar o que deve fazer e ajuda no compromisso que tem de manter consigo mesma na dieta. Estabeleça os seus objectivos acima de tudo por si e seja muito feliz. Felicidades.

    ¬ Responder
  • Marjorie

    22-08-2012 às 14:34:10

    Olá, eu sou a Marjorie tenho 16 anos e sou casada, não posso dizer que sou uma gordinha feliz por que não sou, antes de me casar eu até era feliz ( ou achava que era) por que nunca tinha parado pra prestar atenção na minha aparência, nunca tinha notado que era gorda, sabe pra mim eu era normal e era feliz, mais hoje sou casada com um engenheiro e me sento muito insegura, eu sempre acho as outras mulheres mais bonitas do que eu, mais magras, e com corpos mais perfeitos do que o meu, isso anda acabando com a minha auto-estima, meu marido as vezes comenta que eu sou cheinha e tal, e isso faz eu me sentir muito mal, não tenho mais vontade de fazer nada, e a cada dia que passa eu me sinto pior, eu quero muito emagrecer mais sozinha eu não consigo e parece que ninguém me da apoio, dizem que é só parar de comer ( como se isso fosse a coisa mais fácil do mundo) não sei mais o que fazer entro e saio de dieta e não emagreço ( e quando emagreço engordo tudo de novo)

    beijos Marjorie

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofia

    24-07-2012 às 10:16:29

    Tenho 1.68cm, e peso 47kg. Sei o que é lutar quanto ao peso, tanto como uma gordinha. Já fui apelidada de muita coisa, tal como as gordinhas. Já tentei muita coisa para engordar mais um pouco, mas o meu organismo faz-me ser a chamada trinca espinhas. A luta pelo peso ideal é muitas vezes esgotante e acreditem que o meu sofrimento é idêntico ao das pessoas com peso excessivo. Consultas no médico e nutricionistas, as calorias contadas, as vitaminas, o descontrolo hormonal, são tudo coisas que as gordinhas bem conhecem e eu também. A luta de uma gordinha é como o meu e olhar para o comer pode ser um olhar perdido ou achado de alguém que passa por situações de descontrolo de peso permanentemente.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSónia

    24-07-2012 às 10:15:54

    Tenho uma mãe gordinha, tenho uma grande amiga gordinha, a minha irmã é gordinha, a minha avó também e estou puro e simplesmente rodeada de gente gordinha. Sabem do que mais gosto? Do sentido de humor que as carateriza, dos abraços calorosos, da ternura que as carateriza e que julgo ser único em todos os gordinhos. Ah, esqueci-me de dizer que a elegante no meio de toda a gente sou eu e no fim de contas, são elas quem muitas vezes acabam por “gozar” com a lingrinhas.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoNorma

    23-07-2012 às 12:21:29

    Sou gordinha e sou feliz. Já pesei 120kg e aos 18 anos decidi que era altura de mudar a minha vida para sempre. Comecei por essa altura a ter muito cuidado com o comia e a fazer exercício. Foi dificil e acreditem que senti fome e desespero, mas consegui. Ainda hoje sou cheinha mas continuo a achar que ter uns quilinhos a mais é aquilo que me carateriza. Tenho tendência para engordar, pelo que os cuidados ainda são muitos, mas se hoje me apetecer uma grande petisco, eu vou comer sem remorsos. Amanhã??? Bem, amanhã vou correr mais 30 minutos que o normal e comer com algum cuidado. Apesar dos meus esforços, aceitei-me como sou e acreditem, os outros também me aceitam pois eu estou de bem com a vida.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMónica

    23-07-2012 às 12:21:10

    Gostava que a vida fosse tão fácil para as gordas como a autora diz. Mas infelizmente não é. Começando pela escola, sempre fui posta de parte e doía muito nunca ser convidada para as festinhas das amigas. Depois veio a fase dos namorados em que todas as amigas tinham e eu não. Até na vida profissional isso se reflete. Numa sala cheia de candidatas a um emprego, ganha a mais magra e engraçadinha. É a sociedade em que vivemos em que ganha sempre aquilo que se pensa ser perfeito. Quem é gordo, sabe do que falo. A forma como nos olham, como nos criticam. Até na fila do super mercado isso se nota, quando olham de soslaio para o que temos em cima do tapete na caixa para pagar.

    ¬ Responder
  • Lais Leite

    18-07-2012 às 21:26:08

    Nossa!! acho que era isso que estava mesmo precisando escutar. Hj tomei coragem e pedi um amigo em namoro, amigo nem tanto pq já saimmos por várias vezes e aí como já estava cansada de só ficar e ele deicou sem querer escapar q estava cansado de ficar sozinho, la foi eu pedir e aí disse td q estava querendo falar um bom tempo. só que ele não foi tão duro pq no final disse q era brincadeira, só que fiquei super triste. Ele me disse que precisava emagrecer pq gostava das mais magras...quero Mt te agradecer por ter feito me sentir melhor, hj acho q li realmente o q precisava, suas palavras me confortaram, obrigada mesmo!!

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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